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Política

Esposas de vereadores promovem doação de sangue ao MT Hemocentro

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A intenção é organizar grupos para doações toda última sexta-feira de cada mês, exercendo o dever de ação social que também compete ao Legislativo Cuiabano
O ato de doar sangue rotineiramente virou motivo de uma campanha criada pela assistente social Eliane de Souza, esposa do vereador Toninho de Souza (PSD), e ganhou adesão de esposas de outros parlamentares do Legislativo Cuiabano. O presidente da Casa, vereador Misael Galvão (PSB), também encampou a ideia e disse que vai estimular essa prática entre os servidores de todos os gabinetes. A ação mais recente ocorreu no dia 08 de março, data em que se comemorou o Dia Internacional da Mulher.
Gean Zamela é gerente de doação de sangue do MT Hemocentro e não escondeu o encantamento com a iniciativa. “Precisamos diariamente de 120 bolsas para abastecer o banco de sangue. Para que isso ocorra, são necessários pelo menos 150 doadores, já que alguns voluntários são eliminados por conta de algum impedimento relacionado à saúde, uso de substâncias químicas, ou mesmo, razões simples”, justificou. Para a gerente, não há preço que pague uma campanha voluntária como essa da Câmara. “É um ato nobre e, por si, já revela o caráter de seus idealizadores”.
A primeira doadora a chegar ao MT Hemocentro, a pedido de Eliane de Souza, foi Geisa Gaspar. Ela acordou mais cedo naquele dia, doou sangue e disse estar feliz por isso. “Descobri que é preciso doar sangue de forma voluntária quando tive um problema de saúde em família há cinco anos. Meu irmão só não morreu porque recebeu sangue do MT Hemocentro. No mais, hoje é um dia especial e tenho todos os motivos para estar aqui. Estou feliz”, disse Geisa, ao retornar para o seu trabalho.
Ao lançar a campanha entre as servidoras da Câmara Municipal, Eliane de Souza disse que associou o espírito voluntário com a obrigação dos gabinetes exercerem a sua função social. A intenção é organizar grupos para doações toda última sexta-feira de cada mês. “É um ato tão simples e importante que deveria estar presente em todas as instituições, empresas e famílias. “É um ato de solidariedade e de ver o próximo com os olhos do coração”, argumentou Eliane. “Hoje são eles que precisam. Amanhã, poderá ser uma de nós ou ente querido”, concluiu Leonora Tonon, esposa do vereador Luiz Cláudio (PP).
Assessoria de Comunicação
Rui Matos (65) 99671-9375
Verônica Rakel (65) 99931-2834

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Governo Federal sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

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Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

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Mudança

Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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