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Educação

Escolas retornam em 11 de maio; 80 mil voltam a circular em Cuiabá

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Em reunião pela manhã desta quarta-feira (22), o prefeito Emanuel Pinheiro, juntamente com representantes do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso (Sinepe-MT), dialogaram sobre as estratégias e prazo para a volta às aulas e continuação das atividades escolares da rede privada em Cuiabá, que irão constar em Decreto Municipal, a ser publicado na próxima sexta (27).

Durante o encontro, definiu-se que o Sindicato manterá a suspensão das atividades até a data de 10 de maio, atendendo as medidas de combate a disseminação do novo Coronavírus.

Os números da movimentação do setor em Cuiabá são expressivos: são 55 mil alunos, entre educação infantil, ensino fundamental, médio, superior, técnico profissionalizante, idiomas e cursos livres, como preparatórios, totalizando 25 mil trabalhadores, distribuídos em 264 unidades escolares.

“Esse apelo que fizemos ao setor é muito importante para continuarmos nesse controle rigoroso, criteriosos, já que é um número muito grande, um fluxo enorme de pessoas envolvidas e temos que ter esta sensibilidade de num momento de controle contra a Covid-19 todos deem a sua contribuição para circular menos e evitar um descontrole da pandemia na nossa capital.

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Quero agradecer ao professor e em seu nome, todos os empresários e empreendedores da educação privada da nossa capital”, comentou Emanuel Pinheiro.

A categoria, que seguia o Decreto Estadual, voltaria com as atividades no dia 30 de abril. Após reunião com prefeito de Cuiabá, novo decreto será escrito em conjunto.

“Temos um dia para a volta de forma organizada, obtivemos uma resposta do poder público. Com isso ele tira uma preocupação do setor, um desespero dos trabalhadores e empresário e acalma a todo o seguimento, trazendo uma luz no fim do túnel e dando a resposta que precisávamos. Só temos a agradecer ao Município e ao prefeito por ter escutado este segmento”, finalizou o presidente do Sinep-MT, Gelson Menegatti.

O novo decreto será publicado no dia 27 contendo as diretrizes a serem seguidas para o retorno das aulas nas instituições privadas em Cuiabá. “Juntos vamos elaborar este novo decreto, preparando o setor para o seu retorno com todas as medidas de biossegurança, além da garantia de emprego dos trabalhadores e profissionais da educação de uma forma geral, bem como também o funcionamento dos horários alternados, como estamos fazendo com o comércio e as indústrias, para desconcentrar os horários de pico, humanizar o trânsito, melhorar a mobilidade urbana e construir uma nova estrutura de desenvolvimento e de mobilidade urbana na nossa capital durante a pandemia e após a pandemia, seguindo todas as orientações técnico científicas da Organização Mundial da Saúde, do Ministério da Saúde, para que a cada ato, em cada momento como prefeito de Cuiabá tomar as decisões corretas, as decisões certas, que signifiquem cuidar e proteger a saúde e a vida das pessoas”, finalizou o prefeito de Cuiabá.

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Educação

Senado convoca Weintraub a explicar falas em reunião ministerial

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Da CNN, em São Paulo

O plenário do Senado aprovou nesta segunda-feira requerimento de convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para prestar esclarecimentos sobre declarações que fez na reunião ministerial de 22 de abril, após a divulgação de vídeo do encontro por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ministro da Educação, Abraham Weintraub
15/05/2019
REUTERS/Adriano Machado

O dia da participação de Weintraub no Senado –que é obrigatória, por se tratar de convocação– ainda não está definida.Entre outras declarações, o ministro da Educação defendeu, na reunião de abril, que botaria “vagabundos todos na cadeia, começando no STF”.

A fala de Weintraub foi revelada no vídeo da reunião que faz parte do inquérito em que, segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o presidente Jair Bolsonaro tentou pressioná-lo a mudar o comando da Polícia Federal.

Na decisão em que autorizou a divulgação do vídeo, o ministro Celso de Mello, do STF, disse ter constatado a ocorrência de “aparente prática criminosa” cometida por Weintraub ao se referir à Corte.

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A autora do requerimento foi a senadora Rose de Freitas (Podemos-ES). “Eu achei que estava vendo um filme de terror. Mas quando vi o ministro da Educação, tive certeza que era uma panaceia, um desrespeito”, disse Freitas. “Quero perguntar quem são os ‘vagabundos’ que precisam ser presos? Palavras não são em vão.”

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também apresentou um requerimento. “Nos vídeos e na sua transcrição, Weintraub destila ódio, em termos claros, enfáticos e chocantes, contra o povo indígena e o povo cigano, nos seguintes dizeres”, diz o senador no requerimento.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) também apoiou a convocação. “Não é cabível continuar nessa posição galopante de declarações contras as liberdades individuais, instituições”, disse.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), pediu apenas que a convocação ficasse restrita ao ministro da Educação. “As falas do ministro cruzam uma linha que é a linha do respeito às instituições”, disse. “Ele deve, sim, satisfação ao Senado Federal”, afirmou.

Outros ministros que participaram da reunião do dia 22 de abril também são alvos de requerimentos de convocações para as duas Casas. Randolfe, por exemplo, quer explicações do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente).

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Salles declarou na reunião que é preciso aproveitar a “oportunidade” que o governo federal ganha com a pandemia do novo coronavírus para “ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”. Segundo o ministro, a cobertura da imprensa focada em Covid-19 daria “um pouco de alívio” para a adoção de reformas infralegais de regulamentação e simplificação.

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