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Escolas estaduais e particulares participam de curso sobre Censo Escolar 2019

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Representantes de escolas estaduais e particulares de Várzea Grande participaram de um curso sobre o censo escolar 2019 para tirar dúvidas sobre o período de ajustes das matrículas, que termina no dia 31 de outubro. A formação ocorreu, nesta segunda-feira (21.10), no auditório da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

Segundo Rodrigo Miguéis Jacob, do Núcleo de Dados, Informação e Estatísticas da Seduc, o foco do curso é a retificação dos dados preliminares da matricula inicial do censo escolar 2019. “Esse ajuste é necessário, pois os dados preliminares, ocorreram no período de 29 de maio a 31 de julho, na base do programa Educacenso do Ministério da Educação (MEC)”.

Rodrigo Jacob assinala que o censo impacta tanto as unidades escolares públicas como da rede particular, uma vez que as escolas das rede estadual e municipais recebem verbas de programas federais e estaduais baseadas no número de alunos matriculados no ano anterior. Os repasses para o próximo ano estarão vinculados ao número de alunos da escola deste ano.  

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“São dados censitários e é importante também para as escolas privadas, uma vez que o número de alunos entra no sistema nacional de matrículas e, não só para que a escola obtenha a autorização, como a obrigatoriedade dos estudantes que fazem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) estarem vinculados a uma escola”, frisa.

A secretária Noeli Almeida dos Anjos, da da Escola Estadual Maria Leite Marcoski, no Jardim Marajoara, gostou do curso, pois foi o momento de tirar as dúvidas. ”É um curso obrigatório para todos os responsáveis pelo censo. Sempre temos algo a aprender. Eu já estou com tudo pronto, mas sempre é bom participar de um curso assim”, declara.

A secretária, Letícia Pereira, da escola Crescer e Aprender, do bairro Alberto Canelas explica que é a primeira vez que participa do curso, mas não terá problemas em cumprir o prazo estabelecido pelo MEC.

A assessora pedagógica Geovaní Provenzano explica que muitas escolas estão com secretários novos e ainda precisam tirar algumas dúvidas sobre o censo escolar. “Por mais que tenham conhecimento, sempre existe uma dúvida. Esse é o momento dos esclarecimentos” ressalta.

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Cuiabá e Municipais

Na semana passada, a Seduc realizou a mesma formação para representantes de escolas estaduais e municipais da Capital e municipais de Várzea Grande.  Em relação ao interior, os técnicos foram nos Centros de Formação e Atualização de Profissionais da Educação Básica (Cefapros) para reunião com representantes de escolas dos respectivos polos.

Fonte: GOV MT
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Diretores de escolas relatam desafios do ensino especial

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Nesta terça-feira (12.11) é comemorado o Dia do Diretor Escolar. O sucesso da política de diversidade educacional não seria possível sem este profissional, que encara diversos desafios todos os dias. No caso dos gestores das escolas especializadas, os obstáculos podem ser ainda maiores, mas, nada que não possa ser resolvido.

Fátima Rosana Faria, da Escola Estadual Especial Livre Aprender de Cuiabá, leva em conta tanto o lado profissional como o lado humano para atender alunos com as mais diferentes deficiências.

A diretora explica que precisou conhecer aluno por aluno para entender melhor o desafio de ser gestora. A escola tem hoje 160 alunos especiais matriculados cuja idade vai de 7 a 41 anos com todo tipo de deficiência.

“Para atender a essa diversidade, você precisa trabalhar com profissionais que conhecem todas as deficiências em todos os níveis. O desafio é me colocar como parte dessa liderança de educação inclusiva. E tive que aprender muito também”, ressalta a diretora, que começou o desafio no ano passado..

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Ela assinala que todo pai, ao ver o filho nascer, deseja uma caminhada e a independência desse filho. “Esse desejo vem ainda no ventre da mãe e sofre uma mudança brusca, com um novo desafio é o acompanhamento por essa família. E o papel dessa família aqui na escola é integral”, explica.

Os alunos especiais são buscadas na prota de casa, com ônibus adaptados e com ar-condicionado. Na escola, cada um tem uma alimentação especial, com cardápio individualizado.

“A EEE Livre Aprender tem uma assessoria pedagógica especializada e uma Secretaria de Educação compromissada com a educação especial. O resultado é que hoje temos alunos alfabetizados e já solicitamos o segundo segmento para Educação de Jovens e Adultos (EJA) e assim vamos vencendo etapas por etapas”, comemora.   

Especial

Para a diretora há 12 anos do Centro Estadual de Atendimento e Apoio ao Deficiente Auditivo Professora Arlete Pereira Migueletti (Ceaada), Gláucia Inês Paes de Barros, o objetivo da gestora é realizar atendimento às perspectivas da comunidade escolar.

“É desafiador acompanhar o constante processo das inovações tecnológicas, que buscam facilitar o processo de ensino-aprendizagem. Buscamos sempre contornar essas dificuldades com criatividade e comprometimento de todos os nossos profissionais por mim dirigidos, em parceria com alunos e toda a comunidade, o que me faz sentir uma pessoa especial por fazer parte de uma equipe especial que trabalha com a Educação Especial”, ressalta.

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A Escola tem 82 alunos matriculados na educação infantil, ensino fundamental e educação de jovens e adultos (EJA). Para estudar no Ceaada, é preciso ser surdo ou ter deficiência auditiva.

Expectativas

Em outra escola estadual especial, a Raio de Sol, os desafios não são diferentes. A diretora Leila Bacani Custódio Barbosa destaca que trabalha para promover uma educação de qualidade aos alunos especiais buscando atender às suas expectativas e seus responsáveis. “Tudo isso graças a uma administração pública, transparente e democrática. A ajuda dos pais é fundamental para termos um trabalho cada vez maior”, assegura.

Fonte: GOV MT
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