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Entrevista com Bolsonaro na Record é maior audiência da emissora em dois anos

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Nesta segunda-feira (29) foi ao ar uma entrevista com Bolsonaro na Record
. Eleito com 55,13% dos votos,
o novo presidente da república,  falou pela primeira vez após as Eleições 2018
. O encontro, segundo dados coletados pelo Ibope, marcou 17,0 pontos na Grande São Paulo, com pico de 18, o que não acontecia na emissora desde outubro de 2016, quando a trama “A Terra Prometida”
arrebatou 17,8 pontos.

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Entrevista com Bolsonaro rende a Record TV melhor audiência em dois anos
Divulgação

Entrevista com Bolsonaro rende a Record TV melhor audiência em dois anos

A entrevista com Bolsonaro na  Record TV

  tem audiência superior não só de “A Terra Prometida”, que durante sua exibição alcançava a média de 13,4 pontos, mas de todos os programas veiculados nos últimos dois anos, inclusive da cobertura de tragédias como a queda do avião da delegação da Chapecoense, que se desdobrou até os 15 pontos.

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Ainda na faixa do jornalístico, a entrevista do presidente eleito ecoou sobre a audiência do “Cidade Alerta”, que foi interrompido para a transmissão da mesma. Durante a exibição o programa chegou a marcar 19 pontos e share de 23%, garantindo o segundo lugar isolado com distânciamento sobre as concorrentes que disputaram o terceiro lugar e ficaram com 6 pontos ( Band
) e 5 pontos ( SBT
).

No Rio de Janeiro, a entrevista também repercutiu bem no histórico da emissora. A entrevista, foi vice-líder isolada com 14 pontos de média, pico de 15 e share de 20%.

Os milagres de Bolsonaro nas eleições 2018


Record TV registra audiência forte
Divulgação

Record TV registra audiência forte

Mas não foi apenas a emissora religiosa que se deu bem com a vitória do candidato do PSL. Bolsonaro também fez milagres para o Ibope de outras quatro redes de TV aberta para as quais deu entrevistas. O “Jornal Nacional” cravou 35,8 pontos de média e cresceu 12% em relação às quatro segundas anteriores. “SBT Brasil”, “Jornal da Band” e “RedeTV! News” também cresceram 9%, 12% e 26%, respectivamente.

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O momento da Record TV


Bolsonaro para a Rede Globo
Divulgação

Bolsonaro para a Rede Globo

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Após o ápice alcançado nesta segunda-feira (29) com a entrevista com Bolsonaro na Record

, segundo especulações, a intenção da emissora e elaborar estratégias para manter o patamar de audiência alcançado com hype das Eleições 2018. Mais informações sobre o assunto ainda não foram divulgadas e/ou confirmadas.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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