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Cidades

Entrega de TPUs garante ocupação e renda a mais de 100 trabalhadores

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Mais de 100 Termos de Permissão de Uso (TPUs) foram entregues pelo prefeito, Emanuel Pinheiro, na quarta-feira (23). Em cerimônia realizada no auditório do Palácio Alencastro, ele esteve com vendedores ambulantes de comida de rua, que agora trabalharão legalmente por diferentes pontos da região central de Cuiabá.

De acordo com o prefeito, esta é uma das saídas encontradas para dar condições aos trabalhadores de sustentarem suas famílias com dignidade. “Se não podemos gerar emprego e renda no mesmo passo veloz em que se desenvolve a cidade, precisamos criar saídas para o munícipe possa ganhar o pão de cada dia”, afirma Emanuel Pinheiro.

A entrega, em sua opinião, é um dos exemplos do perfil humanizado proposto pela administração, que prioriza o ordenamento do município, mas, sobretudo, a qualidade de vida dos moradores.

“É um momento importante para a Capital, que começa a executar a lei para ocupação dos espaços públicos com ordem, sem sacrificar o interesse dos trabalhadores. Mostramos aqui que é possível conviver pacificamente com a legislação, que agora contempla essa atividade que existe em todo o Brasil e no mundo”, diz.

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O permissionário Edivaldo de Andrade, mais conhecido Dolinha, é um dos contemplados. Ele garante que agora poderá levar sua barraca de cachorro-quente com tranquilidade à Praça Ipiranga, onde trabalha. “Já passaram muitos prefeitos, mas só nesta gestão é que conseguimos nossos Termos, por isso parabenizo o prefeito Emanuel Pinheiro.”

Os TPUs, emitidos pela Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, são destinados a vendedores que participaram de uma capacitação voltada à organização, foco e empreendedorismo, oferecida no início do mês. Além da qualificação, eles passaram por todo o processo exigido para a concessão.

A titular da Pasta, Débora Marques, destaca que a emissão conta com o trabalho conjunto de sete secretarias, incluindo Mobilidade Urbana, Saúde, Ordem Pública, Meio Ambiente, entre outras. Segundo ela, o encontro só foi possível graças a alteração do decreto que regulamenta a atividade, feito recentemente pelo prefeito.

Débora reforça que uns dos diferenciais do trabalho, que vem sendo realizado a meses, está na relação entre os profissionais das secretarias e os cidadãos, que, de fato, foram ouvidos. “Nossa equipe sabe o nome de cada um dos comerciantes. Sabemos da história e da situação de cada um.”

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Em maio, já haviam sido concedidos 50 Termos. Na ocasião, foi anunciada a criação do projeto para a capacitação, que foi realizado no auditório da Secretaria de Assistência Social. “Aqui temos mais que ambulantes, temos empreendedores que precisam do apoio do poder público”, afirma Débora.

Também participaram do evento o controlador geral do Município, Carlos Roberto da Costa, o Nezinho; o secretário-adjunto de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Ernesto Manoel Barbosa; o vereador Vinícius Hugueney; e a presidente da Associação dos Comerciantes de Comida de Rua (ACCR), Marlene Tortoreli.

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AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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