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Política

Entenda por que o tempo virou, mas não choveu na Capital na noite de quinta-feira

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Cuiabá recebeu uma queda na temperatura, rajadas de vento e o tempo virou na última quinta (12), no final da tarde para a noite. No entanto, diferente do que muitos esperavam, não choveu e a umidade segue baixa, registrando os10%.

Em entrevista à Rádio Metrópole FM, na manhã desta sexta-feira (13), o tenente-coronel e assessor de proteção da Defesa Civil, Paulo Selva, explicou que se trata de uma interação entre as estações Inverno e Primavera, o que gera fenômenos meteorológicos climáticos.

“Esse é o final do Inverno e se aproxima a Primavera, então é comum acontecer essa interação de uma estação com a outra, o que gera rajadas de vento.”, esclarece Selva.

“Esse é o final do Inverno e se aproxima a Primavera, então é comum acontecer essa interação de uma estação com a outra, o que gera rajadas de vento.”, esclarece Selva.

“O regime de vento deve ter modificado a temperatura. Estamos dentro de uma depressão, e isso causa uma aerificação na área”, continua.

Sobre a seca, o tenente-coronel explica que as previsões determinam que as chuvas tenham início na primeira semana do mês de outubro.

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“Pode ser que ocorra antes desse período, mas os equipamentos apontam apenas na primeira semana de outubro”, argumenta.

Selva disse que a previsão é de uma temperatura média, na casa dos 35 graus, com 10% de umidade, para esta sexta-feira (13).  A umidade “está abaixando cada vez mais, é severo, estamos em estado emergencial“, lembra.

Fenômenos em Cuiabá

Na última quarta-feira (11), o raro fenômeno da chuva virga, ou como é conhecida chuva invisível, passou em Cuiabá. Nesse episódio, a água cai das nuvens, mas não chega a tocar o chão. Foram apenas três milímetros de água.

Segundo Paulo Selva, essa chuva não ameniza o calor. “Com essa quantidade mínima a água não chega tocar o solo. Devido à temperatura acaba evaporando no ar”, explica Selva.

reportermt

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Política

MP do Programa Médicos pelo Brasil corre risco de expirar

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A medida provisória (MP) que cria o Programa Médicos pelo Brasil expira nesta quinta-feira (21) e ainda não foi votada na Câmara dos Deputados. A MP estava na pauta de votações desta terça-feira (19), mas não se manteve após reunião dos líderes da Casa, que definiram outras votações prioritárias para o plenário.

A Câmara precisa aprovar a MP e enviar para o Senado antes de seu vencimento. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou que colocará o assunto para votação do plenário assim que recebê-lo, mesmo com pouco tempo para discussão do texto. “Ela é importante, tem que votar, vou falar com os senadores. A gente tem que votar, mesmo faltando um dia [para expirar] a gente vai botar para votar.”

A MP foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em 1º de agosto e amplia em pouco mais de 7,3 mil o número de médicos nas áreas mais carentes do país, sendo que 55% dos profissionais serão contratados para atender as regiões Norte e Nordeste.

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O Programa Médicos pelo Brasil, lançado em substituição ao Mais Médicos, criado em 2013, também define novos critérios para realocação dos profissionais considerando locais com maior dificuldade de acesso, transporte ou permanência dos servidores, além do quesito de alta vulnerabilidade. A nova proposta ainda prevê formação de médicos especialistas em medicina da família e comunidade.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Política
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