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Agricultura

Embrapa desenvolve biofertilizantes à base de algas marinhas

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Quando o trator vem aplicando o biofertilizante na lavoura, já se sabe que aumentará a sua produtividade em torno de 10% a 15%, afirma o diretor comercial da Dimiagro, Gregori Vieira. Em parceria com a empresa, a Embrapa Agroenergia (Brasília, DF), a Embrapii (Associação Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial)e o Sebrae promovem o desenvolvimento de uma pesquisa iniciada no ano passado de biofertilizantes a partir de macroalgas da costa brasileira. Em vídeo produzido pela Embrapa, é possível ver na prática como funciona a aplicação do produto.

Vieira explica que a grande vantagem para o investimento nessa tecnologia é a redução de custos da importação do extrato de algas oriundas de países com baixas temperaturas, como o Canadá e do bloco europeu. De acordo com o diretor, o objetivo é  atuar na produção em larga escala de extrato de algas no país, reduzindo a dependência de importação. Uma das vantagens ainda é que pode ser desenvolvida em ambientes próprios próximos aos locais onde será aplicada, preservando a alga que nasce naturalmente na costa.

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César Miranda, pesquisador da Embrapa Agroenergia, explica o funcionamento e como o produto age nas plantações. “O extrato de algas é muito empregado em culturas perenes e também anuais, em países da Europa e nos Estados Unidos”.

“Estamos produzindo um extrato de alga totalmente brasileiro, por isso buscamos a Embrapa. E, com o apoio da Embrapii, isso é possível”, conta Gregori.

Outras tecnologias também podem ser geradas por meio de parcerias como essa. Nesse modelo, a empresa parceira aporta um terço do investimento, a Embrapa entra com seu quadro técnico e a sua estrutura, além de aportar valor equivalente, e o restante foi proveniente da Embrapii.

“São tecnologias personalizadas e que estão de acordo com o produto de interesse da empresa”, destaca Patrícia Abdelnur, pesquisadora da Embrapa Agroenergia e coordenadora dessa Unidade Embrapii.

Saiba como ser parceiro

Para conhecer mais sobre a tecnologia, assista ao vídeo:

  

Daniela Collares (MTb 114/01/RR)
Embrapa Agroenergia

Contatos para a imprensa
[email protected]
Telefone: (61)3448-1581

Mais informações sobre o temaServiço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

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Agricultura

Enchente em SP eleva preços na Central de Abastecimento de Cuiabá

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A enchente da semana passada que atingiu a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), causando prejuízo estimado de R$ 24 milhões na maior central atacadista da América Latina, também trouxe impactos negativos a Cuiabá e região. Os preços de verduras e legumes registraram aumento superior a 35%, na Central de Abastecimento de Cuiabá, em apenas uma semana.

Segundo o técnico da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Luiz Henrique Carvalho, como boa parte da reposição dos produtos hortifrutigranjeiros em Cuiabá vem da Ceagesp, o impacto da chuva por lá aumentou o preço dos produtos aqui. “Como compramos muitos produtos que vem de São Paulo, qualquer problema que lá ocorra, nos atinge aqui. A Ceagesp abriga 30% de tudo que comercializado em centrais de abastecimento de todo o país, e, portanto, qualquer impacto negativo lá, irá atingir não somente a Cuiabá, mas praticamente em todo o país”, comenta Carvalho. O engenheiro agrônomo explica que com a oferta reduzida e a demanda em alta, os preços dos produtos acabaram sendo elevados.

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Segundo levantamento de preços realizado pela Seaf, os itens com alta significativa nos preços são: abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, pimenta de cheiro, vagem e a cenoura. O jiló, a pimenta-de-cheiro e a berinjela subiram 40%. A cenoura e o chuchu 50%, a vagem 33%, e a abobrinha 27%.

Há sete dias a cenoura e o chuchu eram vendidos a R$ 40 a caixa com 22kg. Hoje essa mesma quantidade vale R$ 60. O jiló e a pimenta-de-cheiro custavam R$ 50 a caixa com 15kg e 8kg, respectivamente. Passados sete dias subiram para R$ 70. Já caixa com 12 kg de berinjela tinha o valor de R$ 25, e nesta semana passou para R$ 35.  A vagem saltou de R$ 60 para R$ 80 a caixa com 12kg, e a abobrinha de R$ 40 para R$ 50 a caixa com 19kg.

Com a normalização do funcionamento da Ceagesp, que ficou dois dias fechada para o serviço de limpeza, a estimativa é pela normalização do preço dos hortifruti em Cuiabá na próxima semana.

Cotação

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

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