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Política

Emanuel rebate Botelho sobre plebiscito: “Quem está esperando desde 2012, 90 dias não é nada”

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afirmou nesta segunda-feira (08) que é “quase o fim do mundo” o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado Eduardo Botelho (DEM), ser contrário ao plebiscito para que a população decida entre o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) e o BRT (em português, ônibus rápido no trânsito).

O chefe do Executivo afirmou que irá conversar com Botelho sobre o assunto.Durante a audiência pública, que ocorreu na última quinta-feira (4), para debater sobre a troca do VLT pelo BRT, Botelho afirmou que um plebiscito seria inviável e que tudo que retarda o processo de construção seria ruim.]

“É quase o fim do mundo o presidente da Assembleia falar isso. Eu vou conversar com o deputado Botelho, não tem sentido essa justificativa. […] A Constituição Estadual fala em até 90 dias para a realização do plebiscito, que seja os 90. Pelo amor de Deus, quem está esperando desde 2012, há quase 9 anos, 90 dias não é nada”, ressaltou Emanuel.

Para que a consulta popular ocorra é necessário que pelo menos oito deputados aprovem a medida em plenário. O plebiscito ocorre por meio de urnas eletrônicas e é regulamentado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com uma campanha na TV, rádio e mídias digitais. Na ALMT, já existem duas propostas de plebiscitos sobre o assunto que ainda não foram tramitadas.

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O emedebista afirmou que apesar do prazo de até 90 dias, o plebiscito pode ser realizado em 30 dias. Para o prefeito, o tempo de realização da escolha é necessário para que a população se informe sobre a escolha entre o modal.

“É até um tempo necessário para se informar, orientar, esclarecer a população exatamente, qual a real situação do VLT e qual o melhor modal para a população decidir, se é o VLT, se é o BRT, com todas as suas vantagens e desvantagens sendo mostradas claramente de forma transparente, honesta para a população”, comentou.

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Política

De na Folha de SP; Secretário de saúde pede ‘socorro’ a outros estados e tem pedido negado

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O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, pediu socorro a lideranças de outros estados para que atendam aos pacientes com covid-19 que estão na fila de espera por Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Contudo, apesar da demanda, o pedido foi negado.

A assessoria da Secretaria de Estado de Saúde confirmou a solicitação e emitiu nota sobre o caso. Confira o comunicado na íntegra abaixo:

“A Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) informa que solicitou o auxílio dos demais estados da federação para a possível transferência de pacientes com a Covid-19. Até o momento, não houve confirmação oficial por parte dos estados.

Atualmente, Mato Grosso registra 59 pacientes com Covid-19 à espera de um leito de Terapia Intensiva. É importante frisar que, considerando a universalidade do Sistema Único de Saúde (SUS), o estado de Mato Grosso prestou assistência aos pacientes de Rondônia em janeiro deste ano e cedeu UTIs para o tratamento de pessoas que esperavam por uma vaga.”

 

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