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Emanuel Pinheiro lança obra do primeiro hospital veterinário municipal público de MT

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Prefeitura de Cuiabá

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, realiza na próxima segunda-feira (17), às 9h, o lançamento das obras do primeiro Hospital Veterinário Municipal – ‘Manchinha’. A unidade vai atender gatos e cachorros gratuitamente, com exames laboratoriais, consultas e cirurgias.

O prédio – que tem prazo de entrega de 150 dias – será construído em terreno em frente ao Cemitério Parque Bom Jesus, instalado na  Rodovia Palmiro Paes de Barros.

A criação do Hospital Veterinário Municipal é mais um compromisso cumprido pela gestão Emanuel Pinheiro. “Já implantamos uma Diretoria de Bem-Estar Animal que trabalha no resgate, fiscalização de maus-tratos e na promoção da adoção responsável. Agora, daremos início a uma obra que será referência no país, com atendimento 100% público”.

No total, explica, o HVM contará com três etapas para sua instalação completa: a primeira destina-se à implantação do pronto-socorro. Já na segunda fase será criado um centro veterinário com a implantação de canil e gatil. Já a terceira etapa irá contemplar um espaço destinado ao lazer da população.

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O local também se tornará a sede da Diretoria de Bem-Estar Animal, que é vinculada à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano. A estrutura vai contar com três consultórios, área para animais hospitalizados, área de controle emergencial, sala de raio-x, laboratório de análises clínicas e sala de cirurgia.

Só no ano passado, por meio do Disque Denúncia (0800 647 7755), a Diretoria de Bem-Estar recebeu no primeiro semestre de 2019, 559 denúncias de maus-tratos, abandono e pedidos de resgate de animais atropelados em vias públicas.

SERVIÇO:

O que: Lançamento de obra do primeiro Hospital Veterinário Municipal – ‘Manchinha’

Quando: Segunda-feira (17), às 9h.

Onde: Rodovia Palmiro Paes de Barros, em frente ao Cemitério Parque Bom Jesus.

 

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UFMT aponta bairros que apresentam casos de Covid-19 em Cuiabá

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O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Um estudo realizado pelo departamento de geografia da Universidade Federal de Mato Grosso traz o levantamento dos casos confirmados de coronavírus na capital e aponta os bairros de incidência. O levantamento mostra que a região do Condomínio Florais é que apresenta maior incidência, com três casos, seguido pelos bairros Jardim Vitória e Jardim Itália, com dois casos cada um.

Os outros bairros que estão no mapa e apresentam casos são: Paiaguás, Morada da Serra, Morada do Ouro, Bela Vista, Santa Cruz, Jardim Imperial, Boa Esperança, Santa Cruz, Jardim Leblon, Bandeirantes, Quilombo, Duque de Caxias, Santa Rosa e Centro-sul.

De acordo com o levantamento, a distribuição espacial da Covid-19 em Cuiabá repete o padrão de difusão vistos em outras grandes cidades do país: o vírus chega pelas pessoas que estiveram em viagem a outros países ou a outros estados brasileiros, e é transmitido aos familiares e amigos que convivem com os infectados.

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Segundo o estudo, que é em parceria com Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, no município, como em outras localidades, a doença ainda tem atingido populações de áreas com renda média ou alta.

Há a preocupação de que o vírus passe a circular entre as pessoas de áreas socialmente desfavorecidas, onde muitas vezes o convívio, mesmo em período de isolamento social, é muito mais próximo devido a alta densidade demográfica destas localidades.

Segundo o estudo, em bairros de classe média, normalmente as casas são mais afastadas, com cômodos que permitem o isolamento da pessoa doente. Em muitas residências de áreas pobres não há cômodos que permitam o isolamento completo, o que facilita o contágio por parte daquelas pessoas residentes no mesmo local.

O levantamento mostra que na capital do estado há um crescimento médio diário de 25% do número de casos. O número passou de 5 para 25 casos em apenas 10 dias.No dia 31 de março eram 16 bairros com casos na cidade, e a maior parte das pessoas doentes não sabiam informar o contato de origem, ou seja, onde foi infectado. Esses casos são caracterizados como transmissão comunitária.

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