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Em vídeo vazado, Luciana Gimenez festeja vitória de Bolsonaro no “SuperPop”

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Na noite da última quinta-feira (25) vazou na internet um vídeo em que Luciana Gimenez
anuncia a vitória de Bolsonaro como novo Presidente do Brasil no “SuperPop”
. A sequência, deve ir ao ar na noite de segunda-feira (29), caso o candidato do PSL vença Fernando Haddad.

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Luciana Gimenez antecipa vitória de Bolsonaro em vídeo vazado
Reprodução/Instagram

Luciana Gimenez antecipa vitória de Bolsonaro em vídeo vazado

No vídeo, após anunciar a vitória de Bolsonaro
, a apresentadora deseja sucesso ao candidato e afirma que ele “já é de casa”. A sequência vazou de dentro da própria Rede TV!, já que conta até com edição de câmeras e cortes entre a apresentadora e a plateia.

“Ontem o Brasil elegeu Jair Bolsonaro como novo presidente da República, o 38º a ocupar o cargo. Parabéns, Bolsonaro, que você consiga fazer um bom governo, unificando o país para uma democracia cada vez mais forte e uma nação cada vez mais justa”, disse Luciana Gimenez.

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“Nossa, fico até arrepiada, viu?”, completa ela. Em seguida, Luciana aproveitou para vender o candidato. “E para quem acompanha o Superpop sabe que desde 2010 o Bolsonaro frequenta
esse palco aqui… É, já é aqui da casa”.

Se confirmada a eleição do candidato, a edição de segunda-feira do programa recuperará algumas participações de Bolsonaro na atração. “Hoje nós vamos rever os melhores momentos de todas essas participações, coloca aí”, anuncia a apresentadora no fim do vídeo.

Veja o vídeo de Luciana Giemenz anunciado a vitória de Jair Bolsonaro


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O segundo turno das eleições para Presidente do Brasil acontece neste domingo (29). Jair Bolsonaro, do PSL, está disputando com Fernando Haddad, do PT. De acordo com as últimas pesquisas, Bolsonaro está a frente de Haddad.

O fato de Luciana anunciar a vitória de Bolsonaro
não surpreende, porque não é uma prática incomum da apresentadora grvar antecipadamente edições do “SuperPop”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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