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Política

Em seis meses, Max Russi apresentou 153 proposições e novo desafio será a Lei da pesca zero, Ouça áudio

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Conforme o balanço do 1º semestre da 19ª Legislatura, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), apresentou 153 proposições. Foram 77 indicações, 30 projetos de lei e 19 requerimentos. Nesse mesmo período junto à Mesa Diretora, economizou o equivalente a R$ 8.429.904,59, se comparado aos dois anos anteriores. O último relatório da Auditoria-Geral, com dados referentes até junho desse ano, revela uma redução de gastos na ALMT na ordem de R$ 3.455.623,52 e R$ 4.601.692,81, comparados a 2017 e 2018, respectivamente.

Em seis meses, Max Russi, mesmo agregando funções administrativas, que atendem ao Legislativo estadual e buscam restabelecer o equilíbrio financeiro, também tem focado no desenvolvimento social e humano, com uma produção parlamentar voltada a atender demandas da infraestrutura, segurança pública, saúde, economia e bem-estar.

O deputado Max Russi, 1º secretário da Assembleia Legislativa fez um balanço do semestre, falou da Mini reforma tributária do Estado, comentou a Lei da pesca entre outros assuntos.

Ouça a entrevista Completa:

 

O deputado foi autor de leis que hoje credenciam entidades de apoio a receberem recursos públicos, fortalecendo projetos que atendam aos menos favorecidos. Exemplo disso é a Lei n° 10.890, de 21 de março de 2019. Sancionada pelo governo do estado, tornou de utilidade pública a Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Distrito de Espigão do Leste, pertencente ao município de São Félix do Araguaia. Essa regulamentação vai alavancar uma das regiões mais produtivas de Mato Grosso.

“A demanda me foi apresentada pelo saudoso vereador Mazin da Água. Essa é uma ferramenta que visa promover a comercialização conjunta da produção dos associados daquela região, assim como a aquisição de insumos agropecuários e bens de consumo.  Para que funcione de maneira efetiva e sustentável, é preciso dar estrutura. Por isso apresentei o então projeto de lei”, justificou. Max Russi também é um dos grandes parceiros do VG Mais Ação, que  levou serviços gratuitos de cidadania a moradores de comunidades de Várzea Grande e já atendeu aproximadamente 20 mil pessoas.

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Ainda no início do ano, Russi propôs a criação de duas comissões, ambas já em andamento e sendo presididas pelo próprio deputado. Uma delas busca a atualização da Constituição Estadual, aprovada no dia 5 de outubro de 1989, há quase 30 anos, e tem em seu texto original 82 emendas. A outra tem o compromisso de apurar quantas obras paralisadas existem em Mato Grosso, assim como o motivo real dessas paralisações.

“Quando fui prefeito de Jaciara, minha administração teve muitas dificuldades quanto a entraves burocráticos, problemas em repasses e liberação de recursos, que levam a atrasos consideráveis na execução das obras. Tais percalços são vivenciados por muitos prefeitos e poderiam ser solucionados por meio de um trabalho conjunto”, analisa.

No quesito defesa da mulher, o deputado Max Russi sugeriu a disponibilização de vagas prioritárias, em centros de educação infantil, a filhos de mulheres em situação de violência doméstica, a partir do Projeto de Lei nº 406/2019. Já em maio, Russi encabeçou a realização de audiência pública com o tema “Trabalho Igual, Salário Igual”, com o intuito de promover diretrizes, visando à igualdade entre mulheres e homens no mercado de trabalho. O evento teve a articulação da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais, que faz parte da rede internacional Business Profissional Women (BPW).

Desenvolvimento

No mês de julho, o parlamentar apresentou uma proposta ao Projeto de Lei Complementar nº 53/2019, de autoria do Executivo estadual, que trata dos incentivos fiscais em Mato Grosso.  A intenção, segundo o  deputado, é fomentar a industrialização das regiões mais carentes do estado. “Precisamos aumentar de 5% para 10% os benefícios fiscais destinados aos municípios com baixo índice de desenvolvimento humano. Essa é uma forma de combater o envelhecimento das cidades do interior, fomentando a industrialização, geração de empregos e incrementando a matriz econômica das menores cidades “, justificou.

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Em relação ao equilíbrio fiscal nas contas públicas, o saldo tem sido positivo, através do trabalho desenvolvido pela gestão do deputado Max Russi frente à Primeira-Secretaria. Conforme o acompanhamento orçamentário, nesse primeiro semestre foram gastos apenas 27% do total previsto para diárias. Os valores refletem 14% do que foi calculado para 2019, ou seja, o menor percentual dos últimos 3 anos.

Já as despesas com passagens e locomoção, a ALMT economizou R$ 3,5 milhões. As economias também são refletidas na locação de veículos, despesas com combustíveis, entre outras.

“O nosso estado precisa economizar e nós estamos trabalhando para que essa economia seja convertida em benefício para a nossa população. Precisamos desse saldo positivo e enxugar os gastos desnecessários. Por isso, continuaremos traçando a mesma linha de trabalho”, assegurou o deputado.

Nesse mesmo ano, foi sancionada pelo governador Mauro Mendes, a Lei 10.850, de autoria de Max. O texto veta a utilização de logomarcas, slogans, imagens, cores ou quaisquer outros símbolos que identifiquem gestões ou períodos administrativos determinados nos bens públicos estaduais e, com essa regulamentação, de início, o estado passa a economizar mais de R$ 68 milhões.

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Cultura

Excesso de chuva causa prejuízo de 50% na produção de hortaliças em MT, dizem produtores

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A chuva em excesso já causou prejuízo de 50% na produção de hortaliças em fevereiro, segundo produtores. Com a falta do produto, os horticultores precisam comprar de outros produtores para atender a demanda.

O horticultor Gilberto dos Santos Silva, que tem uma plantação de hortaliças em Tangará da Serra, no oeste do estado, afirmou que precisou reduzir o plantio para não ter mais prejuízos.

“A gente acaba deixando de plantar, porque a produção é bem menor. Quase não choveu no mês de janeiro, mas em fevereiro está chovendo um pouco mais e está prejudicando quem está produzindo folhas”, ressaltou.

Um dos plantios prejudicados, segundo Gilberto, é o da alface. Para conseguir atender os clientes, ele compra de produtores que têm estufa e revende.

“Sai muito mais caro, porque a nossa margem, quando você pega fora, ela é praticamente zero. Fazemos mesmo só para atender os clientes”, explicou.

Também há horticultor que não tem condições de comprar produtos de terceiros e usa outras alternativas para se manter no mercado.

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“Quando já está programado essa chuva no começo do ano, se dedicamos mais no tempo das águas em legumes. Para poder ter uma saída, uma válvula de escape, porque a folha fica muito escassa, pois vem a doença, a chuva, e a gente não consegue produzir nas águas”, disse o horticultor Adeval da Conceição.

A produtora Telma Madalena da Paz cultiva hortaliças há oito anos em Barra do Bugres, a 169 km de Cuiabá, disse que está preocupada porque todo o investimento feito no plantio de alface não vai dar retorno.

Sem a renda, ela afirmou que não tem ideia de como vai pagar o fornecedor e lamentou a situação.

Com a baixa produção de folhas nas lavouras, a tendência é que o preço no mercado aumente, além de criar uma grande disputa entre os consumidores.

“Chega um momento que você chega na feira, se o nosso cliente não chegar bem cedo, ele não vai conseguir comprar o alface”, disse Gilberto.

A esperança, segundo os produtores, é que a chuva diminua nos próximos meses.

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