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Política

Em sabatina diretor da Águas Cuiabá apresenta justificativas aos questionamentos dos vereadores

Publicado

p class”msonormal”>Por mais de três horas o Diretor Geral da Águas Cuiabá,
empresa concessionária responsável pelos os serviços de distribuição de água e
coleta de esgoto nesta Capital, Luís Fabriani, foi sabatinado pelos vereadores,
ocupando todo o tempo destinado à Sessão Plenária.

Convocado pelo vereador Dilemário Alencar (PROS), Fabriani,
tentou, sem sucesso, justificar porquê a empresa pediu prorrogação de prazo do
contrato, por que não recupera com a qualidade necessária o asfalto das ruas,
depois que abre valetas para executar serviços e, principalmente, cobra tarifas
tão elevadas para um serviço que não é entregue conforme pactuado.

Dilemário considerou, ao final da sabatina, que o “senhor
Luís Fabriani foi muito evasivo nas suas respostas”.

O Diretor, por sua fez, apresentou uma série de
justificativas para os vereadores. Ele disse que os valores pactuados para
investimento foram até aumentados, somando agora 224 milhões.

Sobre as condições em deixam o asfalto, argumentou que “essa
é uma obra de engenharia civil, contratamos empreiteiras para fazer”, e
completou: estamos cobrando qualidade nos serviços e notificando aquelas que
não correspondem.

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Mas os vereadores não ficaram satisfeitos com a explicação,
Dilemário, inclusive, disse que “isso é um desrespeito para com a população de
Cuiabá”.

Antes da sabatina ter início, Luís Fabriani apresentou em
slides o planejamento da Águas Cuiabá para a cidade. Mostrou que vários bairros
vão ser beneficiados por obras estruturantes que visam garantir o cumprimento
do que está pactuado.

Ele destacou que “principalmente na região do Tijucal,
estamos construindo uma coletora, que vai retirar grande parte do esgoto que
está sendo lançado no Rio Coxipó”.

Quando assumiu o serviço de águas e esgoto da cidade, a
Águas de Cuiabá substituiu a CabCuiabá, por que não havia conseguido cumprir o
contrato.

Um dos principais termos do contrato era investir 204
milhões para universalizar o serviço de distribuição de água e elevar a 60% a
coleta e o tratamento de esgoto da cidade, até fevereiro de 2019.

Esse prazo foi dilatado a pedido da Águas Cuiabá, através de
um TAC – Termo de Ajustamento de Conduta, entre a Prefeitura, o Ministério
Público e a concessionária.

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Situação que Dilemário vê com bastante preocupação. Ele
entende que “é injusto o consumidor ficar pagando por um serviço não existente,
ao invés de conceder novos prazos, o Poder Público deveria exigir agilidade da
Águas Cuiabá, para que o esgoto in natura pare de poluir nosso maior patrimônio
ambiental, o Rio Cuiabá”.

Fabriani, contudo, alega que o contexto exige essa medida
para que uma composição de preços&nbsp
permita a formação de valores que vão fazer face aos investimentos
necessários para a realização da obras em questão.

&nbsp

SECOM – CÂMARA MUNICIPAL DE CUIABÁ

ASSESSORIA DE IMPRENSA

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Política

Davi anuncia para esta quarta instalação da comissão mista da reforma tributária

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que a comissão mista da reforma tributária será instalada nesta quarta-feira (19). A declaração foi dada a jornalistas logo após ele ter recebido o governador de São Paulo, João Doria, na residência oficial do Senado. Segundo Davi, os 50 membros já foram indicados pelos líderes partidários. Serão 25 senadores e 25 deputados que, segundo o presidente, ajudarão na consolidação de um texto comum.

— Naturalmente, a construção de uma matéria tão importante, aguardada há décadas, tem vários atores envolvidos. Os estados, com legitimidade, têm se posicionado em relação a alguns pontos da reforma. Mas todos aqueles governadores com quem tenho conversado são favoráveis, porque a reforma desburocratiza a vida das pessoas.

A comissão especial servirá para debater os textos que tramitam na Câmara PEC 45/2019, no Senado PEC 110/2019 e o a ser enviado pelo governo, com vistas à definição de um projeto de conciliação. Assim como Davi, João Doria também destacou a importância de buscar um acordo sobre a matéria, mas disse que deverá haver uma posição conjunta dos estados sobre o assunto.

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— Minha posição coincide com a do presidente Davi Alcolumbre: é conciliar todos os textos, buscando a melhor alternativa, e com diálogo. A intenção é estabelecer pontos em comum para este debate. Não é uma visão de São Paulo, mas do Brasil. E o Fórum de Governadores contribuiu nesse sentido — avaliou.

Fonte: Agência Senado

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