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Em nota, entidade diz que Mauro Cezar, da ESPN, ‘destila veneno’ contra técnicos

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Mauro Cezar, comentarista dos canais ESPN arrow-options
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Mauro Cezar, comentarista dos canais ESPN

A Federação Brasileira de Treinadores de Futebol (FBTF) emitiu uma nota de repúdio contra o jornalista Mauro Cezar Pereira, dos canais ESPN. No comunicado, a entidade considera que o profissional está “perseguindo” os técnicos Abel Braga (ex-Flamengo) e Vanderlei Luxemburgo (atual treinador do Vasco) com seus comentários.

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A FBTF manifesta na nota que “é a favor da liberdade de imprensa”, mas que Mauro Cezar “confunde e mistura de forma proposital, pejorativa e maldosa, a vida do treinador de futebol com a de cidadão”. O comunicado ainda diz que “Mauro Cezar tem destilado veneno que faz mal para o futebol  e, certamente, para si próprio”.

Confira um trecho da nota da FBTF:

“O jornalista Mauro Cezar Pereira, que já reúne em sua bagagem muitas polêmicas, faz uso da audiência dos seus contratantes e excede o limite do razoável, atacando a honra de profissionais do esporte, os colocando quase em posição de algozes. Dada a  perseguição  feita contra os treinadores  Abel Braga , no período que dirigiu o Flamengo, e  Vanderlei Luxemburgo  (atual treinador do CR Vasco da Gama),  o jornalista confunde e mistura de forma proposital, pejorativa e maldosa, a vida pessoal do treinador de futebol com a de cidadão . Logo Mauro Cezar, conhecido por bloquear em suas redes sociais pessoas que o desqualificam profissionalmente ou o atacam. 

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Mauro Cezar Pereira tem destilado um veneno que faz mal para o futebol e, certamente, para si próprio. O seu ódio, que chega a quem o assiste  por meio da crítica que desconstrói, gratuita e covarde, que infelizmente alimenta o torcedor outra vítima de sua má influência.

Os treinadores de futebol são, antes de tudo, pais de família, provedores de lar, maridos, homens de honra ilibada e cidadãos pagadores de impostos. Pessoas do bem que merecem, naturalmente, e por tudo que conquistaram no esporte, o mínimo de respeito”.

Recentemente, o técnico Vanderlei Luxemburgo se manifestou contra Mauro Cezar por meio de um vídeo. Veja abaixo:


Mauro Cezar não se manifestou sobre a nota da FBTF, mas sugeriu a leitura de uma entrevista dada por ele ao jornal “Lance”. Na ocasião, o jornalista cita o seguinte: “Jamais fiz ou farei ataques pessoais, eu critico e elogio o desempenho profissional, o que faz parte do trabalho. E não entro no confronto de baixo nível com quem tenta te atrair para a luta com o intuito de transferir o combate para a lama, onde determinados personagens sentem-se mais à vontade”.

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Fonte: IG Esportes
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Coluna: Uma questão de mercado

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A discussão continua. Semana passada falamos sobre o interesse do Flamengo em receber cota diferenciada para que os jogos dele sejam transmitidos pela TV. A resposta da emissora detentora dos direitos foi de que pagar a mais causaria um desequilíbrio na competição – no caso, o Campeonato Carioca. É um bom argumento, mas um estudo da Pluri Consultoria, divulgado recentemente, mostra que nem sempre existe essa preocupação. E que, na verdade, o interesse do mercado pesa na distribuição de valores.

O estudo abrangeu os oito principais estaduais do país – Paulista, Carioca, Mineiro, Gaúcho, Paranaense, Pernambucano, Baiano e Cearense. Ele mostra que estas competições custam, às emissoras detentoras de direitos de transmissão, R$ 379,6 milhões, distribuídos a todas as equipes participantes. E aqui começa o tal desequilíbrio, que se não repercute diretamente nos estaduais, certamente afeta o desempenho das equipes que disputam as principais competições nacionais.

Por exemplo: o Campeonato Paulista custa R$ 176 milhões, contra R$ 2,8 milhões pagos ao Baiano e R$ 1,7 milhão ao Cearense. O que isso significa? Os quatro grandes paulistas recebem, cada um, R$ 26 milhões só pelo Estadual. O Bahia, que está na Série A, R$ 900 mil; Ceará e Fortaleza, R$ 600 mil. Os paulistas ganham 46 vezes mais que os cearenses.

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É evidente que cada Estadual tem um alcance diferente, incluindo aí o mercado publicitário. Mas se pensarmos no tal equilíbrio, as cotas pagas em apenas três meses já criam uma diferença enorme entre equipes que disputam a mesma competição, aliás, a mais importante do calendário – o Brasileirão.

Voltando a falar do Flamengo, a cota proposta ao rubro-negro do Rio era de R$ 18 milhões, a mesma destinada a Fluminense, Vasco e Botafogo. Se pensarmos que o time foi campeão brasileiro e da Copa Libertadores, será que a audiência dos jogos dele não será compatível com a estimada para os clubes paulistas, que vão receber R$ 8 milhões a mais?

Como se vê, é um tema que merece muitas discussões e que não é tão simples de ser explicado. Num país de dimensões continentais, em que torcedores de outras regiões do país torcem, também, por clubes do Sul e do Sudeste, falar em equilíbrio para pagar, quando não há equilíbrio na hora de receber, soa um pouco estranho.

Edição: Marcos Alcântara

Fonte: IG Esportes
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