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Em noite de Siakam, Raptors vence Warriors e larga na frente na final da NBA

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Pascal Siakam foi o grande nome da vitória do Toronto Raptors diante do Golden State Warriors
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Pascal Siakam foi o grande nome da vitória do Toronto Raptors diante do Golden State Warriors

Em noite especial de Pascal Siakam
, o Toronto Raptors
venceu o Golden State Warriors
por 118 a 109, em casa, na Air Canada Centre, e saiu na frente nas finais da NBA. O ala-pivô camaronês marcou 32 pontos e foi o grande destaque da noite em que a equipe canadense mostrou mais uma vez sua força defensiva e a variedade de seu ataque.

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Kawhi Leonard, que começou mal, conseguiu voltar quente para o segundo tempo e terminou o jogo com 28 pontos. O camisa 2 liderou a equipe à vitória, com a ajuda do pivô espanhol Marc Gasol, que mostrou ser a grande contratação da temporada da NBA
e foi importantíssimo com 20 pontos e 7 rebotes.

Além da vitória, Siakam se juntou a um seleto grupo de jogadores que marcaram 30 pontos ou mais no jogo 1 das finais da NBA em seus três primeiros anos de liga, junto com Kareem Abdul-Jabbaar, Hakeem Olajuwon, Tim Duncan. O camaronês dedicou a atuação ao seu pai, Tchamo, que faleceu num acidente de carro em 2014.

“Nós temos grandes jogadores que vão bem na defesa e no ataque. Fizemos um grande jogo defensivo e isso permitiu que meu desempenho individual no ataque fosse melhor. Fiz tudo isso para o meu pai, ele é o meu propósito. Fico muito feliz de ter alcançado essa glória. Esse é o meu grande sonho, hoje, no jogo 1, fizemos o que tínhamos que fazer. É uma honra fazer parte deste grupo de jogadores e estou pronto para muito mais”, disse Siakam.

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O jogo

Atuando em casa, o Raptors começou muito bem a partida. O ritmo da equipe era ao mesmo tempo veloz e paciente, trabalhando bem os passes no ataque, principalmente no garrafão, até achar jogadores em vantagem. O problema era a mão quente de Stephen Curry
, com três bolas de três só no primeiro quarto, se tornando o recordista histórico em arremessos de três pontos nas finais da NBA.

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E se Kawhi Leonard
não vivia seus grandes dias, Marc Gasol, logo de início, mostrou estar em noite inspirada. Foi com os dois em quadra que a equipe de Toronto abriu vantagem sobre Golden State no segundo período. Curry, muito bem marcado por Kyle Lowry e Fred VanVleet, esfriou no segundo quarto, marcando apenas três pontos. Com a bola de três de Danny Green à 11 segundos do intervalo, o Raptors foi para o vestiário à frente no placar por 10 pontos.

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E se o pivô espanhol foi o destaque do primeiro tempo, Pascal Siakam mostrou porque é o jogador que mais evoluiu na temporada da NBA. O ala-pivô camaronês colocou a partida no bolso no terceiro quarto, com 14 pontos, levando Draymond Green à loucura na defesa. O ala-pivô do Warriors, com quatro faltas, precisou ir para o banco. Stephen Curry, como de costume, voltou pegando fogo, mas não o suficiente para virar o jogo.

As estrelas do time da Califórnia, inclusive, não tiveram muita ajuda de seu elenco de apoio. Sem Durant, os “Splash Brothers” Klay e Curry bem que tentaram, mas não foram brilhantes. Do banco, Jerebko e Kevon Looney fizeram bem o trabalho sujo no garrafão, mas DeMarcus Cousins, de volta após lesão, não teve boa atuação.

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No quarto período, o show de Siakam foi completo. Dentro ou fora do garrafão, o camaronês mostrou seu atleticismo fora do normal para dominar a defesa da equipe de Oakland e terminar a primeira partida da final da NBA
com 32 pontos.

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Martine Grael e Kahena Kunze estarão em Tóquio 2020

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As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze garantiram, no último final de semana, a participação na próxima edição dos Jogos Olímpicos. A vaga, em Tóquio, na disputa da classe 49er FX de vela, foi garantida no mundial realizado em Geelong (Austrália).

As brasileiras, que ficaram com o ouro nos Jogos do Rio (2016), carimbaram o passaporte para Tóquio ao terminarem o mundial na 12ª posição.

Além de Martine e Kahena, o final de semana também foi de classificação olímpica para Marco Grael e Gabriel Portilho. Eles defenderão o Brasil na classe 49er ao encerrarem o Mundial de Geelong na 13ª posição.

Edição: Fábio Lisboa

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