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Em meio a lágrimas, Monica Iozzi desabafa e fala de amigo espancado

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Em suas redes sociais, Monica Iozzi desabafa frequentemente, principalmente sobre política. A atriz usou sua página do Facebook na noite da última quinta-feira (25) para falar novamente sobre o assunto e também revelar que um amigo por agredido por homofóbicos. 

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Monica Iozzi desabafa nas redes sociais sobre política e amigo agredido por homofóbicos
Reprodução/Facebook

Monica Iozzi desabafa nas redes sociais sobre política e amigo agredido por homofóbicos

“Um amigo foi violentamente espancado por um homem que se intitulava apoiador do Jair Bolsonaro
. Esse meu amigo está internado, sofreu fraturas, vai ter de passar por cirurgia e deve ficar muito tempo no hospital. Ficou realmente muito machucado”, disse ela sobre a agressão, sem revelar o nome do amigo. Monica Iozzi desabafa
dois dias antes das eleições.

“Sim, o Brasil é o pais que mais mata LGBTs no mundo, mas a gente está vendo essa onda de violência nesses últimos dias e de pessoas que dizem claramente que estão dizendo aquilo porque apoiam a postura deste candidato. Isso não é fake news. Muita coisa não é fake news. Basta pesquisar”, completou a atriz.

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Um seguidor até chegou a ironizar e perguntou o que o rapaz estava fazendo para ser agredido.  “Ele estava apenas caminhando na rua, a caminho de casa, com uma sacola com compras do mercado. O homem achou que ele era gay e o espancou. Mas às vezes me esqueço que muita gente tenta culpar a vítima, né? Sinto pena do senhor…”, respondeu.

Veja o vídeo completo:

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É possível ver que Mônica Iozzi desabafa
em meio a lágrimas enquanto fala de ser voto em Fernando Haddad. “Não sejamos ingênuos. O seu ódio ao PT não é justificativa para colocar nossa democracia em risco. É o governo que vem do povo e feito para o povo. Bolsonaro já disse que aos adversários dele ele deseja cadeia ou exílio. Isso não é democracia”, finaliza.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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