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Em meio a demissões, Celso Portiolli tenta entrar na Globo: “Errei de emissora”

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Celso Portiolli publicou em seu Twitter, nesta segunda-feira (18), uma brincadeira que fez com a gafe cometida pelo Carlos Tramontina, que se confundiu ao falar o horário no SPTV.

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Reprodução/Youtube

Celso Portiolli












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O jornalista se confudiu e disse “seis e ônibus” ao em vez de “seis horas e onze minutos”, o que percebeu e  consertou no mesmo instante, já que estava prestes a chamar uma matéria sobre o transporte. O erro logo virou meme e Celso Portiolli entrou na brincadeira, ele postou um vídeo em frente os estúdios Globo e comentou “Bom dia! Seis e ônibus”.




Os fãs não perdoaram o fato do apresentador do SBT estar nos estúdios da emissora concorrente e não pararam de comentar da situação. Com tal repercussão, Celso publicou um novo vídeo tentando entrar na concorrente  Globo .

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“Vi no Twitter: ‘Porttioli é visto em frente a Globo ‘, ‘choca os fãs’. Estou aqui, na frente da Globo . Vou na portaria só para encher o saco do cara”, diz Celso no vídeo, se aproximando da entrada da emissora, dentro de seu carro.



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“Bom dia. Tudo bem? Aqui é a Globo. Ui, rapaz. Errei de emissora! A cara dele. Meu Deus do céu, eu não aguento”, Celso Portiolli deu a meia-volta gargalhando da situação, e deixando o porteiro da sua concorrente sem reação.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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