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Eles falaram isso? As frases mais absurdas dos famosos em 2018!

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Os famosos não pouparam as palavras para soltar o verbo sobre diversos assuntos, mas alguns não precisaram nem de um tema específico para sair por aí falando abrobrinhas e causando polêmica da web. Um dos nomes mais conhecidos da comunicação brasileira, o apresentador Silvio Santos
, disse frases que foram consideradas machistas e preconceituosas.

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Silvio Santos, Claudia Leitte, Lucas Lucco, Danilo Gentili e os famosos que falaram as frases mais absurdas de 2018!
Reprodução/Twitter

Silvio Santos, Claudia Leitte, Lucas Lucco, Danilo Gentili e os famosos que falaram as frases mais absurdas de 2018!

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Seja na TV ou na internet, as celebridades se pronunciaram sobre diversos temas, desde como levar uma vida mais saúdavel, assédio sexual, relacionamentos ou até respondendo seus seguidores na web, com frases
consideradas mal educadas e preconceituosas. 

Veja algumas das frases mais absurdas do ano! 

  • “Esse negócio de eu ficar dando abraço me excita e eu não posso ficar excitado” – Silvio Santos para Claudia Leitte. 

Silvio Santos causa polêmica ao falar de roupa e Claudia Leitte
Reprodução

Silvio Santos causa polêmica ao falar de roupa e Claudia Leitte

  • “Estava mais gorda do que da última vez que esteve aqui no SBT” – Silvio Santos para Preta Gil. 
  • “Geneticamente, a gente não é, como mulher, relacionada ao trabalho braçal, força bruta, ao aspecto físico mesmo, a gente não é mais sensível?” – Claudia Leitte questionando sobre a genética feminina ligada ao trabalho braçal no programa ” Encontro com Fátima Bernardes
    “. 
  • “Fala pessoal! Dia feliz! É feriado em muitas cidade do Brasil, apesar de que… enfim, acho que esse Dia da Consciência Negra, tinha que ser Dia da Consciência, ne? Consciência universal. Que dia é o Dia da Consciência Amarela? E da Vermelha?” – Lucas Lucco sobre o Dia da Consciência Negra. 
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Lucas Lucco causa polêmica ao falar sobre o Dia da Consciência Negra
Reprodução/Instagram

Lucas Lucco causa polêmica ao falar sobre o Dia da Consciência Negra

  • “Essa é uma dica pros maridos. Se a sua esposa estiver muito estressada, você olha pra ela e fala: ‘vai chorar’” – Cantor Marcos da dupla com Belutti no programa “Encontro com Fátima Bernardes” ao falar sobre a sobrecarga das mães com os filhos. 
  • “Tem um lance. O cara que é solteiro, descompromissado, ele tá com problema pra quando ele… Ele conseguir chegar numa mulher… ‘Meu Deus, o que não é assédio? Qual é a maneira que vou chegar nela e que não é assédio?’ – Martilho da Villa no programa “Encontro com Fátima Bernardes” sobre o aumento no número de casos de assédio a mulheres no transporte público. 
  • “Eu queria dizer que minhas amigas são muito amigas mesmo. Para esse programa, eu só convido gente que eu amo, não convido gente hanseníase” – Anitta durante seu programa no canal Multishow, “Anitta Entrou no Grupo”. 

Anitta volta ao Multishow com
Reprodução/Instagram

Anitta volta ao Multishow com “Anitta Entrou No Grupo”

  • “Vadia, vai se informar. Você viveu comigo e com o espancador? Não lembro de você. Você era a faxineira metida hein? Antes que me esqueça: Cuida da tua vidinha” – Luiza Brunet respondendo uma seguidora sobre se viveu ou não em união estável com Lirio Parissoto. 
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Luiza Brunet responde seguidora e é acusada de preconceito
Reprodução/Instagram

Luiza Brunet responde seguidora e é acusada de preconceito

  • “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein” – Youtuber Júlio Cocielo sobre o jogador negro da seleção francesa Kylian Mbappé na Copa do Mundo na Rússia. 
  • “Parece a Carla Perez com pneumonia, quando a Carla Perez estava sofrendo de pneumonia! Lady Gaga tem tanto cartaz assim por quê? Esse colar é fantasia, custa R$ 1 mil na 25 de março. Eu conheço esse colar” – Silvio Santos sobre a cantora americana Lady Gaga.
  • “O SBT faz de criança, a Record faz novela bíblica e a Globo faz novela cotidiana. Eu gosto mais das novelas da Globo . Novelas da Globo têm sacanagem, aqui não tem, na Record também não tem” – Silvio Santos sobre a programação da TV.
  • “Não, depois de velho não dá para virar viado, gente. Respeito os gays, eu sei que o mundo é gay, mas comigo é só madeirada” – Latino ao responder seus seguidores sobre seu novo corte de cabelo. 

Latino nfala sobre a comunidade LGBT e causa polêmica
Reprodução/Instagram

Latino nfala sobre a comunidade LGBT e causa polêmica

“É verdade, quando você procura um médico… tipo um nutricionista, aí tu chega lá e ele é enorme. Aí tu diz assim ‘não funcionou com ele’…” – Joelma no programa “Encontro com Fátima Bernardes” sobre cuidados com a saúde. 

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O ano ainda não acabou e é bem provável que surjam mais  frases a
bsurdas proferidas por famosos.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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