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Elenco de “Uma Babá Quase Perfeita” registra reencontro após 25 anos

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Na última quarta-feira (24) o elenco de “Uma Babá Quase Perfeita” (1993) decidiu se reunir. O momento foi registrado no Instagram
de  Pierce Brosnan
, que interpretou Stuart Dunmeyer.

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Elenco de
Reprodução/ Instagram

Elenco de “Uma Babá Quase Perfeita” se reúne após 25 anos

A foto postada mostra Lisa Jakub, (Lydia Hillard no filme) ao lado de Pierce Brosnan, e de Matthew Lawrence e Mara Wilson, que interpretavam os irmãos Hillard em ” Uma Babá Quase Perfeita
“.

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Além de Sally Field, intérprete de Miranda Hillard, que não estava presente no clique por conta de outro compromisso, quem fez muita falta no clique nostálgico foi Robin Williams, que se suicidou em agosto de 2014. Na legenda da imagem, Pierce relembrou os amigos de elenco.

“Adivinha quem? Hoje, depois de 25 anos, reuni em torno de uma mesa na companhia de três jovens lindos, para contar a história de um filme que tocou os corações de tantos. Sally [Field] está em turnê com seu novo livro. Robin [Williams] está no céu fazendo os anjos rirem e foi falado com amor e memórias doces. Você consegue adivinhar o filme?”, escreveu Pierce na legenda, dizendo ainda que o programa “The Today Show” irá transmitir uma entrevista com o elenco no início de novembro.

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Em menos de 24 horas o clique com legenda fofinha está causando nostalgia aos fãs do longa, e já rende mais de 28 mil curtidas e comentários como “Ai meu Deus, eu realmente quero chorar”, “O  filme é maravilhoso nunca envelhece. Todo o elenco nos fez acreditar na história. Obrigado por fazerem parte da minha infância” e “Essa foto me traz todas as sensações !!! Vocês todos parecem incríveis! Derramou uma lágrima por Robin!”. 

Além dessa foto, Brosnan também compartilhou um vídeo reproduzindo uma imagem antiga de Lisa Jakub, Matthew Lawrence e Mara Wilson.

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No Instagram Lisa Jakub também compartilhou um clique do reencontro de ” Uma Babá Quase Perfeita
” e complementou com a legenda: “Então, isso aconteceu”. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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