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Polícia

Efetivo da Delegacia da Mulher de Cuiabá passa por treinamento técnico-operacional

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Assessoria | PJC-MT

Policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (Deddm) de Cuiabá passam por treinamento teórico e prático, com aulas de manutenção de armas, técnicas de abordagem, sobrevivência policial, tiro, entre outras. O curso é ministrado pelo escrivão, Jefferson Vendramini, que já atuou na Gerência de Operações Especiais (Goe) e tem curso de atirador de elite.  

Com efetivo predominantemente de mulheres, a delegada Jozirlethe Magalhães Criveletto pondera a necessidade da capacitação, pois mesmo trabalhando com a natureza de crimes do âmbito da violência doméstica, os policiais realizam constantemente a prisão de agressores e semanalmente fazem a retirada de pertences de vítimas com medidas protetivas.

“Cada dia sentimos a necessidade de nos atualizamos e buscarmos o aperfeiçoamento frente aos inúmeros casos que somam-se a nossa demanda, no que tange  vítimas que se encontram em relacionamentos com autores de tráfico, de roubo e homicídios”, disse Jozirlethe Magalhães.

O curso iniciou no dia 27 de setembro. Serão seis encontros,  um por semana,  para o aprimoramento do conhecimento e técnicas inseridas nas disciplinas:  Importância do Treinamento e Regras de Segurança; Manutenção Básica da Pistola;  Exercícios de Manuseio com Pistola; Teoria de Sobrevivência Policial/Combate Velado; Teoria de Abordagem Policial, CQB, Táticas Policiais, Disparos Reais no Estande de Tiro com Pistola, Submetralhadora e Espingarda. O treinamento é realizado na Academia de Polícia (Acadepol).

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A investigadora Liubia Santos Pereira,  desde que saiu da Academia de Polícia, há 4 anos, ainda não tinha participado de nenhuma capacitação. Para ela, o dia a dia da Delegacia exige que esteja treinada e preparada para situações adversas, pois uma simples retirada de pertence pode haver reação de homens que ameaçam as companheiras de morte.

“Lidamos com muitas vítimas que se relacionam com membros de facção criminosa e fazemos a retirada de pertence nessas casas, que pode ter arma dentro. Isso é um fator de risco, tanto para a vítima quanto para equipe policial. A gente precisa de treinamento e estar preparada para qualquer situação”, disse.

Elogiado pelos colegas pela didática nas instruções, o escrivão Jefferson Vendramini  tem amplo conhecimento na área operacional, tendo já atuado na Gerência de Operações Especiais (Goe) e feito cursos, entre os muitos, de Atirador de Precisão Policial, conhecido por sniper ou atirador de elite.

“Devido todas as oportunidades que a Polícia Judiciária Civil me proporcionou autorizando a buscar cursos em outros estados e instituições aos longos dos anos, me sinto no compromisso com a PJC e colegas servidores em repassar todo o meu conhecimento adquirido”, afirmou.

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Segundo o policial, os Operadores Táticos seguem uma tríade que é “Treinar, Operar e Instruir” e, desta forma, o  objetivo do treinamento  ministrando por ele busca o aprimoramento e qualificação dos servidores da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá.

“O policial pode ter os melhores equipamentos e tecnologias, mas o fator humano é a principal ferramenta, baseando nesta premissa a Delegacia da Mulher de Cuiabá está realizando treinamentos continuados (semanais) para capacitação de seus servidores”, finalizou.

 

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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