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É mentira! Cinco fake news sobre Marina Ruy Barbosa

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Protagonista de “O Sétimo Guardião”, a atriz Marina Ruy Barbosa já teve dor de cabeça quando o assunto é fofoca e rumor. Levando isso em consideração, a equipe do iG Gente
listou cinco fake news que envolveram a ruiva.


5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa
Reprodução/Instagram

5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa

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Romance com Alexandre Nero


5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa
Reprodução

5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa

Entre julho de 2014 e março de 2015, Marina Ruy Barbosa
e Alexandre Nero interpretaram um casal na novela “Império”. Entretanto, vários rumores nas redes sociais começaram a surgir, apontando que os dois estariam envolvidos amorosamente não só nas telinhas, como também na vida real. Na época, Marina rebateu em suas redes sociais: “Sobre o Nero… Nos entendemos muito bem. Mas os boatos de que estamos juntos, não tem NENHUM fundamento. Nunca demos motivo pra esse tipo de falatório, apenas fazemos nosso trabalho”.

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Mudança para Paris


5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa
Reprodução/Instagram

5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa

Em outubro de 2018, Marina se deparou com rumores que apontavam sua saída do Brasil, para morar na França. Os boatos foram desmentidos pela própria atriz durante a pré-estreia do longa “Todas as Canções de Amor”: “Eu fiquei sabendo disso pela internet, não sei da onde tiraram, mas eu não tô me mudando não. Não que eu não goste de Paris, eu adoro Paris, mas tenho muita coisa para fazer por aqui, muitos trabalhos”, disparou, na época, quando questionada sobre a suposta decisão de deixar o Brasil.

Briga “de verdade” com Bruna Marquezine


5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa
Reprodução/Globo

5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa

Durante as últimas gravações de “Deus Salve o Rei”, em julho de 2018, Marina e Bruna Marquezine encenaram uma briga física entre suas personagens, sem o auxílio de dublês. Na época, vários veículos noticiaram o ocorrido como uma briga “de verdade” entre as atrizes, o que fomentou boatos de que as agressões eram reais, e que elas estavam de fato brigando. A própria Bruna Marquezine manifestou o descontentamento diante da repercussão dessa cena: “O certo seria dizer que Catarina e Amália brigaram de verdade. Eu e Marina estamos ótimas, obrigada”, escreveu em seu Twitter.

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Romance com deputado


5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa
Reprodução/Instagram

5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa

Em 2015, Marina fez um desabafo no Instagram, após protagonizar boatos de que estava tendo um romance com Irajá Abreu, deputado federal de Tocantins, na época. O texto publicado na rede social da ruiva trouxe à tona seu descontentamento com as notícias falsas que a envolviam: “Dói muito acordar de manhã pra trabalhar e ter que ler notas de jornalistas que não sabem nada da sua vida. Espero que no futuro sejam publicadas mais verdades que mentiras”.

Gravidez


5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa
Reprodução/Instagram

5 fake news envolvendo Marina Ruy Barbosa

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Atualmente, Marina Ruy Barbosa
é casada com Xandinho Negrão. Os internautas costumeiramente questionam a atriz a respeito da formação de uma nova família com o rapaz. Rodeada de boatos em torno de uma possível gravidez e questionada diretamente em seu Instagram sobre o assunto, em dezembro de 2018, a atriz foi direta: ” Fake news
“, escreveu.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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