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Polícia

Donas de empresa de créditos são investigadas por golpes contra idosos em Poxoréu

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Assessoria | PJC-MT

Duas mulheres sócias proprietárias de uma empresa de créditos são investigadas por uma série de golpes de estelionatos praticados contra aposentados e pensionistas, no município de Poxoréu (251 km ao Sul). No pedido de medidas cautelares são 12 vítimas idosas que tiveram empréstimos consignados contraídos, sem que  usufruíssem dos valores ou tivessem dado permissão. Outras vítimas também já procuraram à polícia.

Na segunda-feira (08), a Polícia Civil cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, na empresa e em três endereços residenciais. As suspeitas C.P.S, 35, e C.S.M, 35   tiveram cumpridos medidas cautelares cumpridas de monitoramento eletrônico (tornozeleira), recolhimento domiciliar noturno, suspensão das atividades da empresa, e não se aproximar ou entrar em contato com as vítimas.

Na casa de uma das suspeitas foram apreendidas uma arma de fogo (revólver), além de documentos apreendidos nos locais das buscas.

As ocorrências foram registradas entre 2018 e 2019 e todas as vítimas informaram que tiveram os cadastros usados para empréstimos em folha realizados pela empresa, denominada Real Cred Soluções Financeira (razão social Morais e Santana LTDA), localizada na Rua São Paulo, 418, centro.

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Segundo a apuração, os valores variam de R$ 1 mil a quantias acima de R$ 10 ou 14 mil. As vítimas são todas semi-analfabetas que narram terem sido procuradas pelas suspeitas para realizar cadastro para aprovação de empréstimos, casos necessitassem. Outras contam que chegaram a contrair o empréstimo em folha, as parcelas eram acima do acordado ou mesmo devolveram os valores, mas os débitos continuaram na folha.

O inquérito policial tramita na Delegacia da Polícia Civil de Poxoréu, presidido pelo delegado Bruno de Moraes.

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Polícia

Jovem morre durante protesto por homem negro morto por policial branco nos EUA

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Na madrugada deste sábado (30), a polícia de Detroit (EUA) confirmou a morte de um jovem de 19 anos, baleado durante protestos pelo assassinato de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi asfixiado até a morte por um policial branco de Minneapolis.

Os tiros foram disparados por um suspeito desconhecido, que dirigia um Dodge Durango cinza. A vítima chegou a ser encaminhada para um hospital da região, mas acabou morrendo. A polícia de Detroit não confirmou se o jovem participava dos protestos, mas disse que estava em meio a um tiroteio que aconteceu no centro da cidade, onde as manifestações seguem ocorrendo.

Mais cedo, o chefe da polícia de Detroit, James Craig, disse que uma pessoa havia sido presa depois de tentar atropelar um policial. “Não vou ficar parado e deixar que uma pequena minoria de criminosos entre aqui e ataque nossos policiais. Não vamos tolerar isso ”, disse Craig.

Protestos pelos EUA

Na madrugada de sábado (30), as manifestações se espalhavam por 17 estados americanos, atingindo cidades como Nova York, Los Angeles, Washington e São Francisco.

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O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que a situação no estado continua “incrivelmente perigosa” durante uma entrevista coletiva nesta madrugada. A capital Minneapolis, onde cerca de 50 pessoas foram presas durante a madrugada, ainda é considerada o epicentro dos protestos mesmo após decretado um toque de recolher.

No início da noite de sexta-feira (29), a polícia de Washington precisou formar um cerco de proteção à Casa Branca.

Em Atlanta, manifestantes arremessaram bombas, tijolos e estilhaços de vidro na sede da CNN. A fachada do edifício também foi pichada e uma bandeira dos Estados Unidos foi queimada em frente ao prédio. Os manifestantes exibiram placas com a mensagem #BlackLivesMatter (“vidas negras importam”, em português).

Durante uma transmissão ao vivo dos protestos na cidade de Minneapolis, Omar Jimenez, um repórter da CNN, negro e latino, foi detido pela polícia, mesmo após se identificar como jornalista. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O jornalista Josh Campbell, que é branco e estava no local, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia hora depois, todos foram soltos.

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