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Brasil / Mundo

Dois bilhões de pessoas vivem com deficiência visual ou falta de visão, aponta OMS

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No Brasil, cerca de 80% dos casos poderiam ser evitados; Abril Marrom trabalha na conscientização da saúde ocular e prevenção da cegueira

Priscilla teve um descolamento de retina logo depois do nascimento da sua filha. Ela teve que fazer nove cirurgias no olho esquerdo, na época, e em janeiro do ano passado começou a ter fortes dores de cabeça. Depois de passar por vários médicos, a ferroviária conta que finalmente encontrou um oftalmologista que controlou as pressões que sentia na região da cabeça. “Fez toda a medicação perfeita, controlei as dores e ainda descobri que o glaucoma foi devido a um descolamento de retina que eu tive e fiz nove cirurgias. E, devido às cirurgias, de essa pressão. A importância de uma dor de cabeça que não passava, era forte, me levou a descobrir a doença e o tratamento.”

Abril Marrom é o mês da conscientização da saúde ocular e prevenção da cegueira. A coordenadora do Serviço de Oftalmologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Ione Alexim, garante que 80% dos casos de cegueira são evitáveis ou tratáveis — o que significa que quase 700 mil brasileiros cegos poderiam estar enxergando caso tivessem sido tratados a tempo.

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“Mais de 85% das informações que a gente aprende diariamente são recebidas através dos olhos. Então se o paciente tem alguma patologia ocular que faz com que ele fique com uma baia visão, vai interferir diretamente na independência e na autonomia dessa pessoa. Fazendo com que ela fique cada vez mais dependente das outras pessoas tanto do ponto de vista físico, psicológico e financeiro. Temos uma doença grave que precisa, sim, de muita conscientização.” De acordo com a Organização Mundial da Saúde mais de dois bilhões de pessoas vivem com deficiência visual ou falta de visão.

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Brasil / Mundo

Lula ultrapassa Bolsonaro na corrida para 2022

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A nova rodada da pesquisa XP-Ipespe sobre a disputa presidencial para 2022 mostra que, a cerca de um ano e meio da eleição presidencial de 2022, o ex-presidente Lula e o presidente Jair Bolsonaro permanecem tecnicamente empatados na liderança, mas agora com o petista numericamente à frente. Ele tem 29% das intenções de voto ante 28% de Bolsonaro. Sergio Moro e Ciro Gomes vêm na sequência, com 9% cada. No levantamento anterior, Lula tinha 25%, e Bolsonaro, 27%. Nas simulações de segundo turno, Lula também está numericamente à frente de Bolsonaro, com 42% a 38% — na pesquisa do início de março, Bolsonaro tinha 41% e Lula, 40%. Em outros cenários testados, o presidente Bolsonaro aparece empatado com Moro, ambos com 30%, e com Ciro Gomes, ambos com 38%. Foram realizadas 1.000 entrevistas de abrangência nacional nos dias 29, 30 e 31 de março. A margem de erro máxima é de 3,2 pontos percentuais para o total da amostra.

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