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Diretoria geral promove café da manhã para prestigiar ex-diretores da PJC

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Assessoria | PJC-MT

Um café da manhã, com intuito de reunir os ex-delegados gerais e ex-diretores da Polícia Judiciária civil, foi promovido pela Diretoria Geral da PJC, na manhã de terça-feira (10.09), na sede da Instituição, em Cuiabá.

Na ocasião também foi realizada homenagem ao delegado geral da gestão anterior, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi (atual diretor da Diretoria de Atividades Especiais), que teve o quadro com sua fotografia colocado na “Galeria de Diretores”, figurando assim, na história da Polícia Civil de Mato Grosso.

No encontro, o delegado geral, Mário Dermeval Aravechia de Resende, agradeceu a presença de todos, lamentou pela ausência dos que não puderam estar presentes, e iniciou dizendo sobre a importância do caminho trilhado pelos ex-gestores, que possibilitou os grandes avanços e conquistas da PJC-MT.

Mario Resende mencionou sobre os progressos, das buscar pelas melhorias e investimentos na infraestrutura, tecnologia, contratação de pessoas, entre outros recursos, lembrando também da necessidade de ser criativo, em tempos de extrema crise financeira e falta de efetivo.

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O delegado geral apresentou para os antecessores, as novidades e frentes de trabalhos que estão sendo desenvolvidas para um futuro breve. Ele explanou um pouco sobre a aplicação e padronização da nova identidade visual da Polícia Civil a nível nacional, implementação do sistema de inquérito policial eletrônico, reformas nas unidades policiais de todo Estado, construção da sede própria, além de outros projetos e planejamentos.

“Em tempos de grandes mudanças e progressos, tudo só está sendo possível, devido ao trabalho dos senhores, que durante a carreira profissional foram personalidades que contribuirão grandiosamente para o crescimento e fortalecimento da nossa Instituição”, parabenizou Mario Dermeval.
 

O homenageado, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, falou da enorme satisfação de estar ao lado de pessoas que fizeram a história da Polícia Civil. “Foi de grande relevância o trabalho de cada um que passou por aqui, compartilhando experiências e que de forma brilhante, lutaram para o engrandecimento da Polícia”, enalteceu Fernando Vasco.

Ainda na ocasião, um dos convidados, o delegado Marcos Aurélio Veloso e Silva, no seu breve discurso, titularizado como “upgrade”, emocionou a todos, relembrando acontecimentos marcantes na sua carreira policial, além de momentos indescritíveis ao lado de amigos e colegas, numa época em que até para se comunicar era trabalhoso.

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“Assistindo aos longos desses 30 anos de exercício da profissão, a cada década, o tempo não para, e a lei da física é quase que questionada. Hoje o que está acontecendo nos sonhávamos a anos atrás. A Polícia Civil conquistou humanização e respeito”, disse Marcos Aurélio Veloso e Silva.

Ao final da visita e bate papo, foi feita o descerramento do quadro na galeria de diretores da PJC-MT, em homenagem ao ex delegado geral Fernando Vasco Spinelli Pigozzi.

 

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Marido mata a esposa, enterra corpo e diz que ela sumiu após briga

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Corpo de Simone Ferreira, 40, foi encontrado enterrado no começo da tarde de terça-feira (18), às margens da BR-070, no Paredão Grande, em General Carneiro (442 km ao Leste de Cuiabá). Ela estava desaparecida desde 31 de janeiro, o irmão dela fez boletim de ocorrência relatando seu sumiço e após 19 dias, o marido confessou ter matado e enterrado o corpo dela.

De acordo com as informações, as investigações começaram só dia 17 de fevereiro, após o irmão da vítima registrar um boletim de ocorrência na cidade de Barra do Garça. A última conversa entre os dois aconteceu no dia 31 de janeiro.

O irmão relatou que conversou normalmente com ela até por volta das 15h. Já no final da tarde, tentou um novo contato, mas ela não respondeu mais. Às 23h, o marido da vítima conversou com o cunhado, perguntando se ela estava em Barra do Garças, que eles tiveram uma discussão e ela disse que iria voltar para a casa do ex-marido.

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O rapaz passou a procurar pelo ex-marido da vítima, que mora no Xingú. Só no dia 16 de fevereiro ele entrou em contato e informou que a irmã não havia aparecido na região. Ele também disse que a última vez que falou com Simone foi no dia 31 de janeiro.

Em sua denúncia à Polícia Civil, relatou que temia pela vida da irmã, já que ela tinha um relacionamento conturbado com o marido, com quem convivia há cerca de 7 meses e que possui passagens criminais e utiliza tornozeleira eletrônica.

 

Corpo encontrado

Desde o registro, a polícia passou a fazer diligências atrás de Simone. Na segunda-feira (17), o marido da vítima foi ouvido e ele negou o crime. Mas, na terça, em novo interrogatório, o homem confessou ter matado a mulher e enterrado seu corpo no quintal de casa.

Equipe de investigadores foram até o local citado pelo suspeito, fizeram buscas e encontraram o corpo de Simone dentro de uma cova de cerca de 80 cm, no fundo da casa em que eles moravam.

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Ele alegrou motivação passional, já que teria flagrado uma conversa entre a mulher e o ex-marido dela. Com golpes de facão, Simone foi morta e enterrada no dia 31 de janeiro. O suspeito foi preso em flagrante e autuado por crime de feminicídio.

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