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“Difícil falar de cerveja sem ser sensual”, diz Nathy Kihara sobre comercial

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Nathy Kihara, eleita a Musa de Ipanema
por mais de 50 mil likes em foto publicada pelo perfil do Instagram da revista Sexy
, está marcada para protagonizar um comercial
como garota propaganda da Cervejaria Dona Breja, primeira microcervejaria artesanal de Paracatu, Minas Gerais.

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Nathy Kihara estrela comercial de cerveja
Fotos: Emanuele Jeane | CO Assessoria

Nathy Kihara estrela comercial de cerveja

A campanha, que será transmitida na TV aberta da região mineira e mídias sociais, traz  Nathy Kihara
exibindo, sensualizando e provando o produto, em um ambiente aberto e próximo a um lago límpido e calmo, lembrando o Rio de Janeiro.

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Nathy Kihara estrela comercial de cerveja
Fotos: Emanuele Jeane | CO Assessoria

Nathy Kihara estrela comercial de cerveja

Todo o vídeo da campanha foi gravado ao som da música Garota de Ipanema, sucesso de Tom Jobim e inspiração para criação do concurso. “Eles conseguiram captar toda a essência de uma carioca para esse clipe”, comenta Nathy com animação.

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Durante o vídeo, a Musa de Ipanema se destaca com a sua simpatia, beleza e o amor pela bebida, com alguns toques de sensualidade. Sobre a experiência de participar do comercial publicitário, a beldade afirma: “É difícil falar de cerveja sem ser um pouco sensual, mas nesse caso a sensualidade foi usada na medida certa”, comentou fazendo alusão ao lema de “Beba com moderação” e “Se beber, não dirija”.

 Com um trabalho totalmente focado, ela conta que a gravação durou dois dias para captar as melhores imagens e contar com a colaboração do tempo, afinal, precisavam de um dia ensolarado. “Foi um prazer participar de toda a organização”. “Eu aprendi e me inspirei bastante com a história dos empreendedores”.

 Musa de Ipanema VS Polêmica


Nathy Kihara grava comercial
Fotos: Emanuele Jeane | CO Assessoria

Nathy Kihara grava comercial

 Engajada no seu título, Nathy sempre rouba os holofotes. No entanto, às vezes, a oportunidade sai pela culatra. Há algum tempo, a modelo recebeu um Outdoor como homenagem na cidade São Vicente de Paula, em Minas Gerais.

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Porém, a imagem de Nathy Kihara
no outdoor incomodou os moradores locais, já que na ilustração a Musa aparece seminua e, supostamente, sendo assediada por Tom Jobim. Sobre a repercussão negativa, a modelo foi comedida: “Em nenhum momento pensei em desrespeitar uma obra tão importante pra gente. Foi uma foto muito inocente”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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