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Política

Diagnóstico oftalmológico e de autismo em crianças poderá ser facilitado

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O teor da matéria apreciada na CCJR, que agora volta a Plenária da Casa de Leis

Foto: HELDER FARIA / ALMT

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJR), deputado Max Russi (PSB), propôs uma ação conjunta entre a lei, de sua autoria, que obriga a apresentação de atestado oftalmológico para a matrícula de estudantes do ensino fundamental nas escolas públicas de Mato Grosso e o Projeto de Lei nº 09/2017, que permite o diagnóstico precoce do autismo, oferecido pelo sistema público de saúde. O PL foi aprovado na reunião ordinária dessa terça-feira (6).

Conforme a Lei de nº 10.739/18, sancionada pelo governo do estado em agosto deste ano, os responsáveis que não apresentarem o atestado de oftalmologia serão encaminhados para o Sistema Único de Saúde (SUS). Após o exame, se for constatado algum problema de visão, o aluno deverá realizar anualmente os exames no início de cada ano letivo para acompanhar seu desenvolvimento. 

O deputado Max Russi justifica que a proposta visa melhorar a qualidade de vida dos estudantes, já que 5% das crianças brasileiras são cegas de pelo menos um olho, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Para o parlamentar, a ideia de uma ação conjunta trará um resultado muito positivo, partindo do princípio de que os atendimentos serão realizados pela saúde pública,  

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“Poderíamos fazer um trabalho conjunto, pois esse projeto de lei sobre o diagnóstico de autismo é de suma importância. Criei a lei do atestado oftalmológico, que utiliza o SUS. Uma ação unida traria resultados positivos e maior eficácia nos trabalhos”, propôs Max.

O teor da matéria apreciada na CCJR, que agora volta à plenária da Casa de Leis, assinala que em caso de confirmação do autismo, será oferecido tratamento multidisciplinar em saúde à criança com transtorno do espectro autista (TEA), bem como assistência psicológica. Ela prevê ainda atendimento por profissionais como médicos, enfermeiros, psicólogos, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais.

O deputado Max Russi lembrou que a detecção precoce e o tratamento de indivíduos com o TEA são cada vez mais importantes. “Muitas crianças convivem com o autismo e precisam dos serviços e suportes de saúde o quanto antes, para maior eficácia no tratamento”, ressaltou.

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Cidades

Corpos são trocados em hospital e família enterra parente errado

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Corpo de Adélio João de Souza, que tinha problemas cardíacos, foi enterrado pela família de Alaíde Rosa de Aquino, que estava com suspeita de covid-19

Um fato inusitado aconteceu na última terça-feira (26) no Hospital São Luiz, em Cáceres (225 km da Capital). Dois corpos foram trocados.  A família de Alaíde Rosa de Aquino enterrou na verdade de Adélio João de Souza, sem saber.

Adélio estava internado com problemas cardíacos e Alaíde com suspeita de covid-19. Os dois morreram na terça-feira.

Devido à confusão, o corpo de Adélio foi enterrado pela família de Alaíde, no Cemitério Park dos Ipês, em Cáceres. Alaíde é de São José dos Quatro Marcos (315 km da Capital).

Quem percebeu a confusão foi o filho de Adélio, devido à resistência do hospital em liberar o corpo de seu pai para os serviços funerários. Ao procurar o Hospital São Luiz, ele ficou sabendo que seu pai já havia sido enterrado.

Diante disso, ele procurou a família de Alaíde e ambos registraram uma denúncia na Polícia Civil.

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Os familiares denunciam que a unidade hospitalar tratou a situação com descaso.

O Hospital São Luiz, por meio de nota, informou que abriu uma investigação interna para apurar o que aconteceu e tomar todas as medidas cabíveis. Além disso, salientou que ofereceu suporte para as famílias.

Veja nota na íntegra:

A direção do Hospital São Luiz informa que abriu sindicância para apurar o ocorrido e adotará todas as medidas cabíveis.

A gestão mantém, de forma contínua, a revisão de protocolos de segurança e o caso mencionado não está de acordo com o rigor dos procedimentos do São Luiz.

Os familiares dos pacientes envolvidos foram informados, imediatamente, após identificada a situação, sendo oferecido todo o suporte para a resolução dos trâmites necessários.

Neste momento, o Hospital São Luiz lamenta o ocorrido e reitera seu compromisso com a população, amparado por seus princípios e a busca permanente pela qualidade, humanização e segurança nos serviços oferecidos.

Assessoria de Comunicação – Hospital São Luiz

Por: RepórterMT

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