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Dez filmes de terror para ver na Netflix

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De clássicos a novidades, além de suas próprias produções, a Netflix
tem disponível em seu serviço de streaming vários filmes de terror. Tendo isso em mente, listamos os melhores do catálogo, para serem assistidos no escuro e com direito a muita pipoca.


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
Reprodução

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“Apóstolo”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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“Apóstolo”, uma produção original da Netflix, é um dos filmes de terror
que entrou no catálogo da plataforma de streaming neste ano. A trama gira em torno de Thomas Richardson (Dan Stevens), cuja irmã, Jennifer (Elen Rhys), foi sequestrada por integrantes de uma seita religiosa.

Os rituais dessa religião são realizados numa ilha, para a qual Thomas viaja tendo em mente o resgate de sua irmã. Uma vez na ilha, o rapaz descobre uma série de segredos relacionados à tal religião misteriosa, e vê coisas perturbadoras.

“Errementari – O Ferreiro e o Diabo”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
Reprodução

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Outro filme produzido originalmente pela plataforma de serviço streaming, “Errementari – o Ferreiro e o Diabo” é um longa-metragem espanhol de 2017 que se passa em 1840. Sua trama envolve mistério, assassinato e pactos com o Diabo.

A história que o filme conta é de uma série de assassinatos misteriosos que são realizados na floresta próxima. Estas ocorrências, tais como a possibilidade de envolvimento da população com pactos obscuros. Apesar de ter uma temática muito sombria, o longa é cheio de elementos que beiram a fantasia.

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“Madrugada dos Mortos”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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Dirigido por Zack Snyder (“Liga da Justiça”), “Madrugada dos Mortos” é um bom filme para comemorar o Halloween por ser cheio de sangue, zumbis e carnificina. Um verdadeiro clássico dos filmes com temática zumbi, o filme é de 2004.

A história gira em torno de alguns sobreviventes a um verdadeiro apocalipse zumbi que está tomando conta da cidade em que vivem, e o jeito que encontram de fugir da população inteira de mortos vivos sedentos por carne humana.

“Verônica – Jogo Sobrenatural”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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O filme espanhol “Verônica – Jogo Sobrenatural”, de 2017, retrata as consequências na vida de uma jovem (Sandra Escalena) após jogar com um tabuleiro Ouija com suas amigas e as perturbações fantasmagóricas que são desencadeadas pelo jogo.

“Sobrenatural – A Origem”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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O filme norte-americano de 2015 que relata os acontecimentos que precedem a saga gira em torno de uma entidade sobrenatural que toma conta da vida de uma jovem chamada Quinn Brenner (Stefanie Scott).

Depois de ter perdido a mãe, a garota percebe sinais estranhos em sua casa, como objetos mudando de lugar. Pensando que sua mãe estivesse por trás disso, a jovem vai atrás de Elise (Lin Shaye), uma médium que coloca a própria vida em risco para ajudar.

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“Horror em Amityville”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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“Horror em Amityville”, de 2005, é um remake do longa homônimo de 1979, e fala sobre uma família que se muda para uma mansão sem saber que ela foi palco de assassinatos no ano anterior. Logo após a mudança, a família se vê diante de várias aparições demoníacas e atividades paranormais envolvendo a casa.

“A Bruxa”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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Situado no século XVII, em 1630, o filme inglês “A Bruxa” (2016) gira em torno da vida de uma família que reside numa fazenda e acaba sendo abalada pelo desaparecimento do filho mais novo, ainda bebê – sem saber que essa criança na verdade foi utilizada por uma bruxa que reside a floresta próxima, para uma espécie de ritual macabro.

“Psicose”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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Um verdadeiro clássico dos filmes de terror, com direito à cena do chuveiro que se tornou um marco no cinema
. O filme de  1961 dirigido por Alfred Hitchcock (“Festim Diabólico”) conta a estadia de Marion Crane (Janet Leigh) no hotel do perturbador Norman Bates (Anthony Perkins), com direito a assassinatos e revelações inesperadas.

“Filha do Mal”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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Neste filme de 2012, uma mulher (Susan Crowley) vai parar no manicômio depois de cometer três assassinatos durante um exorcismo. O longa-metragem conta com uma brasileira em seu elenco, Fernanda Andrade, que interpreta a Isabella, que decide documentar o ocorrido e acaba desencadeando uma série de possessões demoníacas.

“Os Outros”


Filmes de terror para assistir na Netflix debaixo das cobertas, no escuro e com direito a muita pipoca
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Outro clássico dos filmes de terror
que marcaram o cinema e constam no catálogo da plataforma streaming, “Os Outros” também aposta em uma trama relacionada a assombrações. Quando Grace Stewart (Nicole Kidman) se muda com seus filhos para uma nova casa para esperar o marido voltar da Segunda Guerra Mundial, espíritos passam a perturbar a vida da família – principalmente com a contratação de novos servos, que escondem segredos obscuros.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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