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Desbravando a história da comédia, Ingrid Guimarães comanda série no Viva

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Neste sábado (27), Ingrid Guimarães estreia a série documental “Viver do Riso”
, no
Viva

. Ao longo de dez episódios, exibidos aos sábados, sempre às 19h15, a atriz, roteirista e apresentadora desbrava a história da comédia no País, através de seus mais emblemáticos representantes, de todas as gerações.

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Ingrid Guimarães comanda programa sobre humor no canal Viva
Divulgação

Ingrid Guimarães comanda programa sobre humor no canal Viva

Em conversas intimistas com Ingrid Guimarães
, mais de 90 artistas contarão casos de bastidores, revelarão fatos curiosos e darão depoimentos francos sobre os efeitos do humor em suas vidas e sobre a comédia no Brasil. “A série traça mais do que uma linha do tempo, ou um retrato cronológico do humor, ela mostra as diversas variações do gênero e como cada humorista encontrou seu caminho”, diz Ingrid Guimarães.

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No episódio de estreia de “Viver do Riso”, a atriz investiga a trajetória da mulher na comédia e o longo caminho desbravado pelas atrizes comediantes no Brasil num ambiente machista e misógino. Além disso, apresenta testemunhos contundentes, como o de Maurício Sherman, que, antes de dirigir os humorísticos da TV Globo
comandou nos anos 50 e 60 diversos espetáculos do Teatro de Revista.

“Naquele tempo não era de bom tom nem as moças rirem, elas eram criadas como virgens recatadas que não podiam nem gargalhar, riam com as bocas fechadas. O palco nunca foi palco de mulher, nos tempos de Shakespeare os homens é que faziam os papéis femininos”, continua a Ingrid.

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A desconstrução do humor


Ingrid Guimarães apresenta série documental sobre a história do humor na TV fechada
Divulgação

Ingrid Guimarães apresenta série documental sobre a história do humor na TV fechada

Os temas de cada programa ilustram as diversas formas que fizeram o gênero alcançar o grande público e as múltiplas maneiras de fazer humor. “Para o canal, o projeto é uma homenagem a todos que fazem do riso o seu ofício, e busca resgatar a história de um dos gêneros mais ricos e antigos do país. É um belo registro, leve e informativo. Uma delícia de assistir”, comenta Mariana Koehler, Diretora de Conteúdo da emissora. (continua)

Do Brasil para o mundo!


Alok se destaca entre os melhores DJs do mundo
Divulgação

Alok se destaca entre os melhores DJs do mundo

Já no mundo da música, Alok é o destaque. O brasileiro foi eleito recentemente o 13° melhor DJ do planeta pela revista britânica DJ MAG
, uma das principais magazines dedicada à música, superando sua 19° posição ocupada no ano de 2017.  Este ano, o sucesso façanha foi tão grande que o artista ultrapassou nomes consagrados como Calvin Harris, que ficou com a 40° colocação, e The Chainsmokers, 31°.

Rede social se reinventa


Pabllo Vittar apresentando programa no Multishow
Divulgação

Pabllo Vittar apresentando programa no Multishow

Já no mundo da web, o Twitter está com novidades! Nesta semana, a rede social disponibilizou para os fãs de televisão páginas de programas de grande repercussão na plataforma, para que assim os usuários possam ter onde conversam durante a exibição do mesmo. A ideia é tornar mais simples a experiência das pessoas interessadas em acompanhar e comentar sobre o que está acontecendo nos programas de TV.  Tem páginas fixas atrações como “A Fazenda”, “Dancing Brasil”, “De Férias com o Ex”, “Fantástico”, “TVZ”, entre outros.

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Os clássicos não morrem!


Rei Leão volta às telonas na rede Cinemark
Divulgação

Rei Leão volta às telonas na rede Cinemark

Já no mundo da sétima arte, o longa-metragem “O Rei Leão” retorna às telonas! O clássico da Disney tem exibições marcadas pela rede Cinemark para a próxima terça (30) e sexta-feira (02), ambas às 20h. Os interessados devem adquirir os ingressos no site oficial ou nas bilheterias licenciadas.

Ingrid Guimarães: humorista e feminista


Ingrid Guimarães se destaca na série documental do Viva
Divulgação

Ingrid Guimarães se destaca na série documental do Viva

Em sua primeira temporada, a atração traz mais de 90 nomes responsáveis pelas gargalhadas que embalaram as mais diversas gerações. “O riso atravessa fronteiras. E viver disso é uma forma de vida, um encontro. Eu diria que a comédia é muito mais que um gênero, é um dom”, resume Ingrid.

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O assinante do Viva
que se interessar pela atração com Ingrid Guimarães
 pode assistir o programa na TV e em outras plataformas. O serviço de TV Everywhere disponibiliza os conteúdos dos canais Globosat sem custo extra – na SmartTV, no computador ou em aplicativos para celulares.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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