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Política

Deputado propõe terceira faixa na pista que liga Cuiabá á Chapada dos Guimarães

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Foto: Ronaldo Mazza

Preocupado com a existência de caminhões que trafegam pela rodovia da Chapada dos Guimarães, (distante 69 km de Cuiabá) que acabam por diminuir a segurança do trânsito, o deputado estadual Paulo Araújo (PP) apresentou uma indicação n° 4221/19, na sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) da última terça-feira (17), ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira e Silva.  A ideia é a implantação de sinalização, com a imposição de limites de velocidade e a implementação, da terceira faixa nas curvas da rodovia.

“O local fica perigoso, principalmente, pelo fato de diversas curvas fechadas em longas subidas, o que buscamos é resolver essa situação, porque essa pista é bastante usada”, alertou Paulo Araújo.

Pontes de Madeira

Na MT-458, localizadas nos quilômetros 01, 06 e 08, que fica no fundo das Águas Quentes no município de Santo Antônio do Leverger (distante 36 km de Cuiabá) necessitam de recuperação e manutenção com a substituição de três pontes de madeira. Esse foi o requerimento n° 4220/19 apresentado pelo deputado Paulo Araújo, que foi encaminhado ao Governador do Estado Mauro Mendes com cópias ao secretario da Sinfra.

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Na justificativa, o parlamentar alerta que as pontes precisam de uma recuperação urgente devido ao fluxo de veículos que trafegam pelas estradas. “As pessoas que por ali trafegam passam por perigo devido ao passarem nessas pontes que já estão muito antigas”, alertou Paulo Araújo.

Segurança

Outra indicação n° 4222/19 que foi encaminhada ao presidente do Detran, Gustavo Reis Lobo de Vasconcelos propõe a necessidade  de viabilização de equipamentos de segurança e proteção aos examinadores.

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Política

HMC fecha trimestre com 6,3 mil atendimentos de urgência e 100% de ocupação das UTIs, 60% são do interior do Estado

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Segundo secretário de Saúde, não fosse o HMC sistema já teria colapsado por conta da pademia

As ações de enfrentamento ao novo coronavírus (Covid-19) delineadas pela Prefeitura de Cuiabá fez com que o Hospital Municipal de Cuiabá – HMC, Dr. Leony Palma de Carvalho, que já era referência em atendimentos de média e alta complexidade para os 141 municípios de Mato Grosso, se tornasse a principal ‘fonte desafogadora’ do Sistema Único de Saúde – SUS mato-grossense no atendimentos à outras doenças.

Apenas nos meses de março, abril e maio o HMC atendeu 6.330 pessoas na urgência e emergência e fechou com 100% da capacidade de lotação das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e ainda 2.098 cirurgias de média e grande complexidade. Os dados dão conta de que, no contexto geral, os atendimentos à pacientes de pessoas residentes de outros municípios do Estado chega a 60%.

Segundo o diretor geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECS) que administra o HMC, Alexandre Beloto a crescente se dá ao fato de a unidade está atuando em reforço à todas as medidas de enfrentamento a Covid-19, adotadas pelo prefeito.

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“Dentro do plano de enfrentamento ao novo vírus, o prefeito Emanuel Pinheiro optou por deixar o HMC como suporte às outras enfermidades para que os infectados pela Covid-19, não tenha contato contado com outros doentes. Embora nossa demanda tenha aumentado consideravelmente, pois estamos recebendo um percentual altíssimo de não residentes de Cuiabá, estamos, com muito esforço e dificuldade, mantendo o mesmo padrão de acolhimento humanizado que é premissa da gestão atual à todos que buscam nossos atendimentos”, enfatizou Beloto.

Esse desempenho, segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Antonio Pôssas de Carvalho, aliado ás frentes de trabalho adotadas no combate à pandemia, incluindo o isolamento social, foram os responsáveis pelo não colapso do sistema de saúde até então.

“Esse é o maior reflexo de que Cuiabá sozinha acolhe a maior parcela dos enfermos do estado inteiro. Não fosse essa organização do prefeito Emanuel Pinheiro, a Capital, que já está penalizadas por esse acréscimos intenso nos atendimentos, e está atuando com pouco ou quase zero de respaldo do governo estadual, o sistema de saúde já teria colapsado. Esses números mostram que todos os esforços da gestão estão dando certo e vidas estão sendo salvas, mas, mostram também, que o governo de Mato Grosso precisa olhar com mais carinho para a Saúde, pois sozinha, Cuiabá não dará conta de 141 municípios. Os esforços precisam ser conjuntos, para juntos, saímos dessa pandemia com o menor impacto possível”, finalizou Pôssas.

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