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Política

Valdir Barranco acorda após mais de 20 dias intubado em SP

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O deputado estadual Valdir Barranco (PT) despertou nesta quarta-feira (17) do coma induzido, depois de ficar 22 dias intubado por decorrência das complicações da covid-19. Há 32 dias, o parlamentar está internado. A informação foi dada pelo presidente da Assembleia, Max Russi (PSB), na sessão desta quarta-feira (17). “Uma ótima notícia para nós, é que o deputado Valdir Barranco já acordou e esta sentado na cama e conversando”, disse Russi.

 

Valdir Barranco despertou 6 dias após a equipe médica ter iniciado a retirada total da sedação. Barranco estava intubado desde o dia 20 de fevereiro em um hospital em São Paulo, quando foi transferido para tratar da doença. Além de Barranco, a esposa e o filho também foram contaminados. Porém, já estão recuperados.

“Sua sedação e sua intubação foram retiradas nesta quarta-feira (17) pela manhã. A traqueostomia, que é um procedimento padrão para os pacientes intubados por muito tempo, não foi necessária. Ele, inclusive, já está sentado na cama e conversando com as pessoas”, disse a assessoria de comunicação do parlamentar.

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“Entre a internação em Cuiabá e São Paulo foram um total de 32 dias de tratamento e muita luta. Mas, como um bom guerreiro sempre pronto para a batalha, Barranco está vencendo mais essa. Só temos à agradecer por essa graça divina e pelas inúmeras mensagens de apoio e força vindas de todos os lados. Ele sempre luto acompanhado de muitas orações!!!!”, complementa a nota.

 

Deputados infectados

A covid-19 tem se alastrado dentro do Legislativo de Mato Grosso, infectando deputados e servidores. Ao todo 16 deputados já foram infectados pela covid-19 desde o início da pandemia, causando um vítima fatal.

 

No último sábado o deputado Sílvio Fávero (PSL) morreu em decorrência de uma infecção generalizada provocada pela covid-19. Fávero estava internado em Cuiabá e veio a óbito 9 dias após sua internação. O deputado deixou esposa e três filhos.

 

Também foram infectados pelo coranavírus os deputados Paulo Araújo (PP), Janaina Riva (MDB), Thiago Silva (MDB), Wilson Santos (PSBD), Max Russi (PSB), Valmir Moretto (PRB), Faissal Calil (PV), Allan Kardec (PDT), Elizeu Nascimento (PSL), Dilmar Dal’Bosco (DEM), Nininho (PSD), Carlos Avalone (PSDB), Eduardo Botelho (DEM) e Drº João (MDB).

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Política

Governo autoriza vacinar professores após forças de segurança

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O governador Mauro Mendes (DEM) autorizou a reserva de 10% das vacinas contra a covid-19 que o Estado receber para a imunização dos profissionais da educação das redes públicas e privadas. A informação é do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Segundo Carvalho, a decisão ocorreu na manhã desta segunda-feira (12) durante reunião com os secretários de Saúde, Gilberto Figueiredo (Saúde), e da Educação, Alan Porto.

“Estamos fazendo um ofício para a Secretaria de Saúde, solicitando que após a vacinação dos profissionais das forças de segurança, que também sejam imunizados os profissionais da educação”, disse durante entrevista ao programa Tribuna da rádio Vila Real FM.

A decisão tem por base a pressão por parte dos deputados estaduais e do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep). Isso porque na semana passada, os deputados aprovaram em 1ª votação a educação como serviço essencial na pandemia. Caso seja aprovada em 2ª votação, as aulas presenciais poderão retornar.

Com isso, muitos deputados cobraram que os professores entrassem na lista de prioridades para a vacinação no Estado, já que o retorno das aulas está em votação.  O projeto de retorno às aulas garante que a rede privada pode voltar com as aulas presenciais. Já  na rede pública poderia ocorrer de maneira virtual, até que se criem as condições para o retorno presencial.

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O Sintep chegou ameaça greve em fevereiro, caso o governo determinasse o retorno das aulas presenciais. Atualmente as aulas continuam remotas e o governador Mauro Mendes (DEM) aprovou na Assembleia um projeto para a compra de notebooks e o auxílio internet para mais de 15 mil professores da rede pública estadual.

O valor depositado aos professores é de até R$ 6.020. Os profissionais terão que comprovar a compra dos computadores e a assinatura da internet.

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