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Cidades

Deputado cobra políticas públicas de combate à mortalidade infantil

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Projeto de lei, de autoria de Wilson Santos, favorece mulheres em processo de parto

O deputado estadual Wilson Santos (PSDB) é o autor de um projeto de lei (PL 586/2020) que propõe ao Poder Executivo elaborar diretrizes para a prevenção e a redução de mortalidade materna, infantil e fetal enquanto vigorar a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

A proposta do parlamentar é pautada em três itens considerados essenciais. O primeiro é sensibilizar os formuladores de políticas, as instituições de assistência à saúde da família e a comunidade sobre a gravidade das mortes maternas e infantis, suas causas e efeitos sociais e de saúde e as formas de evitá-las.

O segundo é a recomendação de ações adequadas de assistência qualificada ao parto e puerpério e combate às mortes maternas, infantis, perinatais e neonatais no que se refere à legislação, com estabelecimento de ações adequadas ao período da pandemia, tais como: busca ativa, cadastramento e atendimento domiciliar de gestantes, para o devido acompanhamento do pré-natal.

O terceiro é assegurar o direito das gestantes e parturientes à assistência baseada em boas práticas de atenção ao parto e ao nascimento, com atendimento centrado na mulher e na família e redução da ocorrência de cesarianas desnecessárias.

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Na justificativa do projeto de lei, o deputado ainda defendeu o parto humanizado como alternativa para reduzir as intervenções médicos-cirúrgicas e assim evitar que mulheres próximas do período de parto compareçam a unidades médicas.

“A mortalidade materno-infantil causa impactos enormes para a família e para a sociedade em geral. A sua redução é um compromisso que precisamos assumir, por meio do investimento em políticas públicas, e pela adoção de um modelo de parto humanizado que reduza as intervenções médicas/cirúrgicas. Neste momento em que as pessoas estão com receio da contaminação e dos riscos decorrentes da Covid-19, precisamos nos atentar para o aumento dos partos agendados, que induzem as mulheres a optarem pela cesárea por medo ou falta de opção”, diz um dos trechos.

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Cidades

Forças Armadas transportam equipes para conter focos de incêndios no Pantanal

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Brasília (DF), 06/08/2020 – O Ministério da Defesa, por meio de militares das Forças Armadas, prossegue no combate a incêndio que atinge o Pantanal de Mato Grosso do Sul. Em parceria com agências federais e estaduais, integrantes da Marinha, Exército e Aeronáutica também empregam aeronaves que transportam brigadistas e despejam água, durante os sobrevoos, para conter as chamas.

Nesta quarta-feira (05), foi realizado o transporte de pessoal para combate de focos de incêndio na região de Corumbá. A ação ocorreu com apoio do helicóptero HM-1, do Exército, na área de atuação do 6º Distrito Naval, localizado em Ladário (MS). Além disso, teve início o deslocamento do Centro de Coordenação da Operação para as localidades de Cuiabá e Poconé, ambas no estado mato-grossense, com o apoio da aeronave da Força Aérea Brasileira C-105.

Operação Pantanal
As Forças Armadas atuam, desde o dia 25 de julho, no combate a incêndio no Pantanal sul-mato-grossense. O Ministério da Defesa atende à solicitação recebida em 24 de julho, do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, que decretou também estado de emergência.

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Para a execução da operação, a Defesa estabeleceu um Centro de Coordenação no Comando do 6º Distrito Naval, no município de Ladário, Mato Grosso do Sul. Participam da operação helicópteros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de brigadistas, conforme as necessidades.

Por Tenente Fraga

 

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