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Depois de realizar Audiência Pública com show nacional durante a pandemia, Prefeita de São Félix, marca outra por aplicativo

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Para um momento de pandemia, as coisas até que corriam bem em São Félix do Araguaia – MT, até quando entraram em vigor as medidas de isolamento social, a adesão dos são-féxlicenses foi boa, bem como a obrigatoriedade do uso de máscara nos locais públicos.

Conforme vem mostrando o Boletim Epidemiológico diário da cidade a situação é alarmante: segundo os dados oficiais do boletim diário, a cidade, que contabilizava apenas 636 casos confirmados e 10 mortes até dia 06 de fevereiro, hoje, chegou 646 de casos confirmados e 14 mortes por coronavírus.

Ignorando completamente as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e o próprio Ministério da Saúde a prevenção do COVID-19, a prefeita de São Félix do Araguaia; Janailza Taveira Leite, no final do ano de 2020, promoveu um mega evento, durante a programação da AUDIENCIA PUBLICA, para Criação da Unidade de Conservação Municipal, com a participação da SEMA e SENADOR WELLINGTON FAGUNDES, quando foi apresentado o projeto e ninguém da comunidade foi convidado, estando os atores sociais mais interessados e envolvidos no projeto alheio ao processo administrativo de criação.

O assunto foi amplamente discutido e a repercussão foi negativa, porém não aceito pelo Sindicato Rural dos Trabalhadores, vice-prefeito Filemon Limoeiro e moradores da Vila Alta. Percebendo-se que não conseguiu o apoio previsto, Janailza resolveu realizar uma audiência publica virtual através do aplicativo WhatsApp marcada para o dia 15 de fevereiro, onde será debatido a criação do projeto.

Isso é antiético, impopular e inviável. Dessa forma, foi realizada uma reunião e provavelmente, uma baixa assinada irá percorrer as residências dos moradores, solicitando que a Audiência seja realizada de forma presencial, e que se faça necessária uma reflexão a respeito do assunto, através do dialogo presencial, consiga-se uma solução mais definitiva, mas satisfatória para todos os moradores do setor Vila Alta.

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Diante da situação vivenciada na audiência do final do ano de 2020, a comunidade Vila Alta manifestou, perguntando o porquê realizou a primeira audiência presencial com a participação de autoridades e trazendo um show nacional (Gabriel Gava), onde muitos apreciavam o drinque noturno, sem a máscara de proteção, o que resultou o número real de infectados triplicando os casos em plena PANDEMIA, o que cai por terra a justificativa encartada no edital para realização de consulta virtual.

Os moradores protestam contra a Criação da Unidade de Conservação Municipal e a realização da Audiência Pública de forma virtual, pois já que iniciou a vacinação na cidade, cuja resistência é grande pela realização de audiência publica presencial, porque não aguardar mais uns dias já que é o clamor dos moradores.

A resposta é uma só, Ela não tem coragem de olhar nos olhos dos moradores, sabe que não tem apoio popular, o povo não está legitimando, pois a mesma está acostumada ser coronel lá na sua região, o nosso povo é humilde, povo de Dom Pedro, que aprendeu a discutir os seus próprios ideais, povo que são acostumados a discutir politicamente o destino de uma comunidade inteira, mas ela como uma verdadeira ditadora, quer esconder através de uma audiência publica a verdade, porque sabe que os interesses econômicos dela estão por detrás desse projeto, mas não poderá ser alcançado, porque o povo não legitimou essa barbaridade.

A comunidade é composta, em sua maioria, por pessoas simples desprovidas de telefone, ou computador, bem como o ponto mais crítico é a instabilidade da internet, em que o sinal pode cair no meio da audiência, como aconteceu na transmissão ao vivo da primeira audiência, com várias quedas e muito lenta.

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De acordo com os moradores eles querem saber dos títulos das suas propriedades e não transformar o setor em reserva, pois na campanha politica do seu primeiro mandato, foi uma das suas promessas, se passaram quatros anos os moradores continuam com as propriedades sem títulos e na esperança de um dia conseguir realizar esse sonho.

Tentar enrolar um povo humilde, mentindo que irá titular as propriedades dos moradores, achando que a população é desprovida de inteligência, até porque que a Unidade de Conservação Municipal, o domínio passa a ser do município, um verdadeiro assalto, ou seja, uma verdadeira desapropriação, tirando o sonho de moradores. O valor do projeto é de nove milhões de reais.

Veja abaixo dessa matéria um vídeo que mostra o show do Gabriel Gava, que é possível perceber o a maioria estão sem máscara, posicionados em grupos, a maioria próxima uns dos outros, e compartilhando dos mesmos copos, cigarros e bebidas, uma situação alarmante em meio a uma pandemia de coronavírus.

O caso foi denunciado por moradores ao Ministério Público para cancelamento do Show, mas não foram atendidos e festa rolou até as altas madrugadas.

Garantir a qualidade e transparência do gasto público já era uma necessidade antiga e agora, com o agravamento da situação da saúde pública brasileira em meio a pandemia, isso se torna ainda mais urgente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JReporter do Araguaia

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Política

Após denúncia de falsa aplicação, MPMT quer que municípios guardem frascos vazios de vacina

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Para evitar possíveis desvios de estoque de vacinas contra a Covid-19, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) recomendou aos municípios de Cuiabá e Rondonópolis que adotem o controle de frascos após o esvaziamento das doses e confiram a quantidade de unidades antes do descarte

No documento, os promotores de Justiça destacam a importância da adoção de medidas para evitar irregularidades não só na organização do estoque, mas também em relação à aplicação dos frascos da vacina.

“A sugestão apresentada é para que sejam definidos protocolos de transparência na aplicação das vacinas contra a Covid-19, nos quais o usuário possa verificar a entrada e saída do imunizante, com a dose em seu interior antes da aplicação e vazia após sua inserção”, destacou o MPMT.

Na terça-feira (23), uma família de Cuiabá, denunciou que o idoso Benedito Barros Santiago, 88 anos, não teria sido realmente vacinado. O momento da imunização foi gravado e compartilhado nas redes sociais. Entretanto, conforme os familiares quando a agulha é retirada do braço do idoso, o líquido ou parte dele continuou na seringa.

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De acordo com a fotógrafa Jakeline Zaiden, parente de Benedito, ele teria sido vacinado em 12 de fevereiro no Centro de Eventos do Pantanal.

“Duas amigas me disseram para olhar novamente o vídeo alertando que ele não teria sido vacinado. Enquanto eu aguardava os 15 minutos para ver se não tinha contrarreação, eu vi que foi algo bem rápido e não foi completo. Eu falei com outros profissionais de saúde e me disseram que não foi aplicado”, disse a mulher em entrevista à TV Centro América.

Jakeline ressaltou que devido às dúvidas, a família decidiu procurar o MPMT.

Por meio de nota, a Prefeitura de Cuiabá informou que as imagens foram encaminhadas às autoridades policiais competentes para análise e perícia. Conforme a pasta, a decisão foi tomada para que não haja o risco de se cometer uma injustiça com os profissionais de Saúde envolvidos.

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