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Demi Lovato critica imprensa por falar sobre sua recuperação: “odeio tabloides”

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Demi Lovato falou pela primeira vez sobre sua internação em uma clínica de reabilitação após sofrer uma overdose supostamente causada por heroína em julho desse ano. Através do seu perfil no Twitter, a cantora agradeceu o apoio que tem recebido dos fãs, mas disse que ainda não está preparada para falar sobre o assunto. Além disso, criticou os portais de notícias que publicam matérias sobre sua saúde, dizendo que as fontes estão erradas. 

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Demi Lovato critica portais que divulgam notícias sobre seu estado de saúde
Reprodução/Instagram

Demi Lovato critica portais que divulgam notícias sobre seu estado de saúde

Demi Lovato
fez uma sequência de twittes para agradecer o apoio que tem recebido dos fãs e desabafando sobre as notícias que circulam sobre sua recuperação. “Eu amo meus fãs e odeio tabloides. Não acredite no que você lê. As pessoas vão literalmente inventar coisas para vender uma história. Doentio”, começou.

“Se eu sinto que o mundo precisa saber alguma coisa, eu vou dizer a mim mesmo. Caso contrário, as pessoas devem param de escrever sobre a minha recuperação, porque não é da conta de ninguém além da minha. Eu estou sóbria e grata por estar viva e cuidando de mim”, completou a cantora

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A estrela também disse que precisa de um tempo para se curar e que um dia vai dizer o que realmente aconteceu. “Algum dia eu vou dizer ao mundo o que exatamente aconteceu, por que aconteceu e como minha vida é hoje, mas até que eu esteja pronta para compartilhar isso com as pessoas, por favor, parem de inventar coisas que vocês não sabem. Eu ainda preciso de espaço e tempo para me curar”.

No Twitter
, Demi foi enfática ao criticar os portais de notícias que falam sobre ela.  “Qualquer “fonte” por aí que esteja disposta a falar e vender histórias para blogs e tabloides sobre a minha vida não é realmente uma parte da minha vida, porque a maior parte da merd* que vejo é muuuuito imprecisa. Então, newsflash: suas “fontes” estão erradas”, escreveu.


Demi Lovato durante as eleições nos EUA
Reprodução/ Instagram

Demi Lovato durante as eleições nos EUA

Por fim, Demi disse que adoraria esclarecer todos os rumos, mas que não deve nada a ninguém, dizendo também que está trabalhando duro, está feliz e sóbria. A estrela não tem usado muito as redes sociais e feito poucas postagens.

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“Sou tão abençoada que aproveito esse tempo para estar com a família, relaxar, trabalhar em minha mente, corpo e alma e voltar quando estiver pronta. Eu tenho meus fãs para agradecer por isso. Eu sou muito grata, verdadeiramente. Eu amo vocês. Muito obrigado”, concluiu. 

Em seu perfil no Instagram, Demi Lovato
mostrou que compareceu as eleições americanas para escolher senadores, deputados e governadores. Mostrou também que voltou a praticar jiu-jitsu e agradeu a indicação ao Grammy Awards na categoria Melhor Dueto Pop ao lado de Christina Aguilera. Já nos stories (ferramenta de vídeo e foto da plataforma), mostrou que está ao lado da família, mas não está postando nada com frequência. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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