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Polícia

Delegada conclui inquérito e indicia empresário que agrediu influencer cuiabana

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A delegada Patrícia Fronza, da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso de Florianopólis, concluiu o inquérito policial do caso da influencer cuiabana Kedma Oliveira, e indiciou o empresário José Derli Júnior por lesão corporal qualificada, na segunda-feira (04).

“Ele foi indiciado pelo crime de lesão corporal, qualificada pela violência doméstica, art. 129, parágrafo 9 do Código Penal”, disse.

Fronza informou ao RepórterMT que o procedimento já foi encaminhado para o Ministério Público e o Judiciário de Florianópolis.

Kedma foi agredida pelo empresário, na noite de domingo (3), em uma casa em Balneário Camboriú, onde passava férias com o namorado José Derli, o enteado José Derli Júnior, e a esposa dele Wanessa Jacome. Depois de uma discussão, ela foi trancada no banheiro por Derli Júnior, e pediu ajuda pelas redes sociais, em um vídeo em que apareceu sangrando e machucada.

Segundo a delegada, o motivo da discussão não foi informado por nenhuma das partes, apenas que ela ocorreu. Derli Júnior foi preso em flagrante, e solto sob fiança de um salário mínimo, R$1.045.

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Fronza explicou ao RepórteMT que, o empresário está sob liberdade provisória. Nesta modalidade enquanto responde às acusações, caso queria retornar para Capital, Derli Júnior precisará de uma autorização judicial.

Kedma solicitou uma medida protetiva, que foi deferida pelo Poder Judiciário. As partes devem ser intimadas nesta terça-feira (05).

Sim, ela requereu medida protetiva, que foi deferida ontem pelo Judiciário, porém ainda não tenho conhecimento se as partes já foram intimadas.

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Polícia

Casal é preso em flagrante por homicídio e tortura do filho de apenas um ano e nove meses

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Um casal foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (23.07), em Cáceres, pelo homicídio praticado contra o filho, uma criança de apenas um ano e nove meses.

O homem de 21 e a mulher de 20 anos foram ouvidos em interrogatório na Delegacia Especializada da Mulher, Criança e Idoso de Cáceres (DEDM) e responderão pelo crime de homicídio qualificado mediante tortura e impossibilidade de defesa da vítima, agravado por se tratar de um menor de 14 anos.

O pequeno Enzo Gabriel Fontaneli deu entrada na tarde desta sexta-feira, na Unidade de Pronto Atendimento de Cáceres, levado pela mãe. A criança tinha diversas marcas de lesões pelo corpo e conforme a equipe médica, ela já não apresentava sinais vitais. Ainda assim, a equipe tentou a reanimação do garoto, mas sem sucesso.

A Polícia Militar foi acionada pela UPA e encaminhou a mãe da criança ao plantão da Delegacia de Cáceres. Ela informou aos policiais residir em uma comunidade na região rural do município e alegou que na noite de quinta-feira, o filho teria caído de uma mureta e batido a cabeça. Após a queda, os pais teriam dado banho no menino, que se queixou de dores pelo corpo. Depois de acalmarem o garoto, eles o teriam colocado para dormir mas, na manhã de sexta-feira, a criança estava fraca e não respondia aos chamados, quando então pediram ajuda e a mãe o trouxe à unidade de saúde.

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Tortura e lesões

Contudo, a médica responsável pelo atendimento à criança informou que Enzo já chegou sem vida à unidade de saúde e no exame físico realizado ficaram evidentes diversas marcas pelo corpo da criança, como hematomas, inclusive nos olhos, e cicatrizes, entre elas a que mostra a marca de um carregador de celular, e nódulos na cabeça.

Durante interrogatório na DEDM, a mãe acabou confessando à delegada Judá Maali Marcondes que viu a criança sendo agredida pelo pai, que não gostou de ouvir o pequeno Enzo chorar e se irritou com o filho. Ela disse que depois das agressões, a criança ficou desacordada, sendo então levada à UPA.

A apuração da Polícia Civil constatou que a criança passou por intenso sofrimento físico por um longo período, com diversas agressões causadas por objetos, como um fio de carregador de aparelho celular. Além disso, o menino recebeu um golpe no tórax e vomitou. Com isso, o pai tornou a agredi-lo, diante do choro do pequeno Enzo de apenas um ano e nove meses.

Após as diligências determinadas pela delegada, o pai da criança foi localizado na chácara onde mora, na Comunidade Taquaral, e preso em flagrante. Na casa, as equipes da DEDM e da Delegacia Especializada do Adolescente de Cáceres localizaram uma arma de fogo.

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A delegada Judá Marcondes explicou que a mãe se omitiu no dever de cuidar e proteger o filho das agressões e por isso responderá também pelo homicídio qualificado. “Essa criança foi torturada, sofreu agressões seguidas, que resultaram em sua morte”, pontuou a delegada.

Em depoimento na delegacia, o pai, de 21 anos, confessou as agressões contra o filho. Um laudo preliminar apontou indícios de que a criança tenha sido abusada sexualmente.

Os dois responderão pelo homicídio qualificado mediante tortura e recurso que impossibilitou a defesa, com agravante pelo fato da vítima ser menor de 14 anos. Além disso, também podem responder por estupro de vulnerável.

Após os procedimentos na Delegacia da Mulher de Cáceres, o casal será submetido a exame de corpo de delito e depois encaminhado para as respectivas unidades prisionais, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A delegada representou ao Poder Judiciário pela conversão do flagrante em prisão preventiva do casal. O homem foi autuado em flagrante também por posse ilegal de arma de fogo.

Fonte: PJC MT

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