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Mato Grosso

Delegacia Virtual registra quase 100 mil ocorrências de extravio de documentos

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O boletim de ocorrência de extravios de documentos é a modalidade de registro mais procurada no portal da Delegacia Virtual da Polícia Civil, na internet (https://portal.sesp.mt.gov.br/delegacia-web/pages/home.seam). O serviço é também o mais buscado nas unidades físicas, mas pode ser feito a qualquer hora do dia pela web, reduzindo filas nas delegacias de polícia.

O boletim de extravio de documento é um serviço assistencial e junto com outros – que não geram investigação -, representa cerca 45% das ocorrências registradas na Polícia Civil. Entre os anos de 2017 a começo de abril 2019, a Delegacia Virtual confeccionou quase 100 mil boletins de extravios de documentos.

“O trabalho é muito célere. O boletim de extravio é simples e o próprio site é auto-explicativo. O comunicante não tem dificuldade”, afirma o delegado Roberto Amorim,  que coordena a Central de Ocorrências, unidade que também administra a Delegacia Virtual. “Se gerar alguma dúvida, a própria Delegacia Virtual mantém contato ou por telefone ou pelo próprio email”, completou.

Do ano de 2012 a 2019, foram registradas 354.208 mil ocorrências nas doze modalidades de serviços oferecidos pelo ambiente virtual, que são: furto de celular, exercício ilegal da profissão, ameaça, calúnia, difamação, injúria, constrangimento ilegal, violação de serviços, extravio/ furtos de documentos e objetos, denúncia, desaparecimento de pessoas e o pré-registro).

Pela Delegacia Virtual, o cidadão nas 24 horas do dia ou da semana e em qualquer parte do Estado de Mato Grosso pode fazer o registro de boletins de ocorrências nas 12 tipificações disponíveis. O objetivo e oferecer comodidade, rapidez, sem a necessidade de deslocamento até uma unidade física da Polícia Civil.

A Delegacia Virtual está vinculada a Central de Registros de Ocorrências, na Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), em Cuiabá. A equipe da unidade virtual é responsável por analisar o preenchimento correto dos campos do boletim, que depois é encaminhado ao email da vítima. Uma cópia também via sistema para a delegacia mais próxima da área, nos casos com tipificação criminal.

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O ambiente da Delegacia Virtual registra boletins de ocorrência em três idiomas, português, inglês e espanhol e traz explicações do que é considerado “extravio”, “furto” e “roubo” para que o registro seja confeccionado na modalidade correta. Após o registro pela Delegacia Virtual, o boletim passa por conferência e checagem de informações, que vai garantir se a ocorrência registrada está de acordo com os serviços processados pela unidade virtual e a veracidade de dados prestados pelo usuário.

Os dados devem ser preenchidos pelo comunicante com clareza e com a maior quantidade de informações. O trabalho de verificação das informações é realizado por 13 servidores, divididos em 4 equipes de 2  a 3 pessoas. Depois, o boletim é encaminhado ao email da vítima. Uma cópia também segue, via sistema, para a delegacia mais próxima da área, nos casos com tipificação criminal.

Um dos próximos objetivos da Delegacia Virtual é aumentar o rol de crimes que podem ser registrados pela internet e também o desenvolvimento de um aplicativo de celular, para facilitar ainda mais os registros de boletins de ocorrência, em qualquer hora e lugar, onde a pessoa estiver.

“É importante facilitar os serviços ao cidadão, para que ele não precise gastar com transporte coletivo ou enfrentar trânsito para ir até uma delegacia física  e lá perder tempo aguardando o atendimento, sendo que pode fazer com todo o conforto de sua casa. O objetivo é diminuir as filas nas delegacias”, conclui o delegado Roberto Amorim.

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Central de Ocorrências

A Central de Ocorrências da Prainha é a principal unidade física destinada aos registros de boletim de ocorrência, em Cuiabá. Pela Delegacia, todos os meses, são registrados mais de 5 mil boletins, sendo que mais da metade é de extravio, cujo ocorrência poderia ter sido feita com toda a comodidade pela internet.  

Pela Central de Ocorrências, entre os anos de 2009 e 2019,  passaram mais de 460 mil pessoas, totalizando 460.451 boletins de ocorrências confeccionados nesse período. Cerca de 40 a 50% desse número são de ocorrências atípicas, que poderiam ter sido feitas pela internet. Um exemplo claro foi o ano de 2018 em que a unidade registrou 57.173 boletins, dos quais 29.124 eram assistenciais, ocorrências de extravio de documentos, natureza diversa e preservação de direito.

Pré-registro

O pré-registro de boletins de ocorrência é um dos serviços disponibilizados pela Delegacia Virtual disponível no Portal da Segurança Pública (http://portal.sesp.mt.gov.br/delegacia-web/pages/home.seam). A ferramenta está em funcionamento desde o final de janeiro de 2016, para facilitar a comunicação de crimes de qualquer natureza.

O pré-registro foi criado para tornar mais rápido a atendimento na Delegacia de Polícia. O cidadão de casa inicia o preenchimento dos dados da ocorrência. No final do preenchimento do formulário é gerado um número de protocolo, para que no prazo de 48 horas o comunicante compareça na Delegacia de Polícia mais próxima de sua casa, para finalizar o boletim de ocorrência e impressão do documento.

Fonte: GOV MT
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Escola Especial de Cuiabá confecciona materiais didáticos de baixo custo

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A Escola Estadual Especial Raio de Sol, localizada em Cuiabá, realiza uma oficina de criação de materiais didáticos adaptados com parâmetros da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).  O foco da oficina é criar e produzir materiais didáticos adaptados que possibilitem as práticas pedagógicas, para que todos os alunos tenham acesso ao currículo e também para que seja possível realizar intervenções adequadas às necessidades dos estudantes.  

A escola atende exclusivamente alunos com vários tipos de deficiências. O curso terá sua última etapa na terça-feira (27.08).

Segundo a diretora, Leila Bacani Barbosa, desde o início do ano letivo de 2019 os professores vêm fazendo avaliações dos seus alunos para ter clareza da necessidade de cada um. E com isso, é possível definir as estratégias de ensino, bem como os materiais didáticos necessários que facilitarão o processo de desenvolvimento global de cada um.

“A proposta é utilizar tecnologia assistiva de baixo custo, ou seja, utilizar os materiais que existem na escola, sem a necessidade de grande investimento de recurso financeiro. Estas tecnologias estão sendo confeccionadas pelos professores, atendendo as necessidades apresentadas pelos alunos”, destaca.

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Os professores elogiaram o curso, pois conseguiram jogos que serão utilizados pelos alunos. Uma das mais entusiasmada é a professora Andréia Maria, do Projeto Práticas Desportivas.

“Construí o jogo de vai e vem com garrafa pet e fio de nylon. A ideia é fazer um jogo que todos participem e que seja prazeroso. Ele foi concluído com sucesso, pois todos os alunos, incluindo os cadeirantes gostaram porque é fácil de manusear”.

No entendimento da professora Iraci Torquato, a oficina está sendo fundamental para que todo o corpo docente tenha melhores condições de trabalho em sala de aula, pois uma vez que o professor conhece a deficiência de cada estudante e nem sempre tem um material que corresponde ao que necessita para o trabalho.

“Pensamos naquilo que vem ao encontro das necessidades do aluno para que ele possa progredir. Esses materiais didáticos vão enriquecer nossas aulas”, ressalta.

A professora Célia Martins acredita que os materiais são imprescindíveis para avançar no processo do ensino-aprendizagem. “Nossos alunos gostaram, se sentem úteis e mais inclusos quando participam dessas atividades”, comemora.

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Fonte: GOV MT
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