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Deborah Secco muda visual radicalmente para reta final de “Segundo Sol”

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Deborah Secco é um dos destaques de ” Segundo Sol
“, novela das 21h que está em reta final. A personagem da atriz, Karola, está passando por grandes mudanças não só na trama, como também no visual. Antes, se o personagem tinha os cabelos longos e loiros, agora está com os fios curtíssimos. Esse novo visual faz parte da mudança de vida que a personagem está buscando após todos descobrirem que ela não é a mãe verdadeira de Valentim (Danilo Mesquita). 

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Deborah Secco muda visual radicalmente para reta final de
Reprodução/Instagram

Deborah Secco muda visual radicalmente para reta final de “Segundo Sol”

Deborah Secco
já provou por diversas vezes que não tem medo de mudar seu visual por conta dos seus personagens. Compartilhado no Instagram, o visual da estrela teve duas etapas, um corte feito pelo famoso cabelereiro das famosas Ale de Souza, com os fios bem curtinhos e escuros, e outra pelo beauty artist Lucas Vieira, com um corte um pouco mais longo, mais parecido com o visto em cena logo após a personagem cortar os seus cabelos em cena. 

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Deborah Secco apresenta o seu novo visual para a reta final de
Reprodução/Instagram

Deborah Secco apresenta o seu novo visual para a reta final de “Segundo Sol”

No post compartilhado no perfil de Ale de Souza, os fãs da estrela elogiaram o novo visual apresentado. “Foi um bafo!!! Lindissima”, comentou uma fã. “Isso sim é se comprometer com a profissão!!”, ressaltou outra seguidora. “Ficou ótima..arrasouuu!”, disse uma terceira. 

Deborah Secco é destaque em “Segundo Sol”

A novela está prevista para acabar no início de novembro e está rendendo diversas reviravoltas como também altos e baixos que comprometeu seu audiência. Porém, a personagem de Deborah desde o início foi uma das mais fortes e mais cativantes, tornando a sua parceria com a cafetina Laureta (Adriana Esteves), uma das novas duplas de vilãs que vão ser relembradas com elogios. 

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Com 38 anos, Deborah Secco
faz sucesso em diversas novelas da Globo

. Em sua carreira, a atriz soma obras como “América” (2005), “A Favorita” (2008), “Insensato Coração” (2011)  e “Boogie Oogie” (2014). 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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