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Deborah Secco e Maria Flor em sete momentos que aqueceram nossos corações

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Deborah Secco e Maria Flor são inseparáveis e, através de suas redes sociais
, a atriz sempre compartilha momentos fofos entre mãe e filha
que nos deixa morrendo de amores, não é?

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Deborah Secco e Maria Flor em momentos que aqueceram nossos corações
Reprodução/Instagram

Deborah Secco e Maria Flor em momentos que aqueceram nossos corações

Pensando nisso, resolvemos explodir o fofômetro e separar 7 momentos em que Deborah Secco e Maria Flor
aqueceram nossos corações nas redes sociais. E olha que são tantos momentos, que ficou até difícil escolher apenas os que estão na nossa lista. Ficaram curiosos? Então vem com a gente.

Deborah Secco e Maria Flor em: mamãe diferente?


Deborah Secco e Maria Flor
Reprodução/Instagram

Deborah Secco e Maria Flor

Recentemente, Deborah cortou o cabelo para a reta final de “Segundo Sol” e compartilhou um vídeo fofíssimo de Maria Flor reagindo ao novo visual da mãe. “A mamãe virou quem?”, questionou a atriz. “O Pedrinho”, respondeu a filha.

Princesas


Deborah Secco e Maria Flor brincando de princesas
Reprodução/Instagram

Deborah Secco e Maria Flor brincando de princesas

Deborah Secco usou as redes sociais para compartilhar um momento muito divertido entre mãe e filha. Enquanto Maria Flor encarava o papel de “Branca de Neve”, a atriz virou a grande vilã do conto de fadas infantil. É muita fofura, né?

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“Emília, Emília, Emília”

Quando você acha que essa dupla não pode ser ainda mais fofa, Deborah Secco mostra um momento de mãe e filha dançando a música de Emília, do “Sítio do Pica-Pau amarelo”. O que torna o momento ainda mais fofo é que Maria Flor imita todos os passos da mãe.

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Nós gatos já nascemos pobres…


Deborah Secco e Maria Flor em mais uma brincadeira
Reprodução/Instagram

Deborah Secco e Maria Flor em mais uma brincadeira

A internet explodiu quando Deborah Secco publicou um vídeo em que ela e Maria Flor cantavam e faziam a a coreografia da música do musical “Os Saltimbancos”. E não para por aí não, a pequenina ainda estava devidamente uniformizada com a roupa de um gatinho.

Tal mãe, tal filha


Deborah Secco e Maria Flor com a mesma fantasia
Reprodução/Instagram

Deborah Secco e Maria Flor com a mesma fantasia

E que tal mãe e filha usando exatamente a mesma fantasia? Deborah viralizou na web ao mostrar a fantasia que ela e Maria Flor vestiram no Aviões Fantasy Park.

A Bela e a Fera

Visualizar esta foto no Instagram.

Com vocês, nossa ilustríssima convidada: MARIA!!! ????✨

Uma publicação compartilhada por Deborah Secco
(@dedesecco) em 18 de Jun, 2018 às 9:14 PDT

Fantasiada de Bela, de “A Bela e a Fera”, Maria Flor deu um show de fofura ao fingir estar participando de um programa apresentado por, niguém mais, ninguém menos do que sua própria mãe. O resultato é esse vídeo extremamente fofo.

Passeio de bicileta na orla


Deborah Secco e Maria Flor durante passeio de bicileta
Reprodução/Instagram

Deborah Secco e Maria Flor durante passeio de bicileta


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Que tal um passeio de bicicleta na orla da praia do Rio de Janeiro? Esse momento pode ficar ainda mais lindo quando mãe e filha vão na mesma bike, como na foto, não é mesmo? Foi isso que Deborah Secco e Maria Flor
fizeram e deixaram o público morrendo de amores nas redes sociais.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Marquezine, Thaila Ayala e mais famosas deixam de seguir Marina Ruy Barbosa

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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