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Deborah Secco deixa fãs boquiabertos ao posar de lingerie vermelha

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Deborah Secco compartilhou com seus seguidores no Instagram nesta quinta-feira (25) uma foto só de lingerie rendada vermelha. Com os cabelos mais curtos propositalmente para a sua personagem Karola na reta final da novela ” Segundo Sol
“, a atriz recebeu diversos elogios. 

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Deborah Secco posa de lingerie vermelha e deixa os seus fãs boquiabertos
Reprodução/Instagram

Deborah Secco posa de lingerie vermelha e deixa os seus fãs boquiabertos

Deborah Secco
é garota propaganda da marca de lingerie que compartilhou, além de dizer que estava se sentindo muito poderosa com o look. “Amoriinhoos… tô me sentindo tão poderosa com essa lingerie !!”, escreveu ao compartilhar o clique sexy. 

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Com menos de uma hora no ar, o post alcançou diversoas curtidas e comentários positivos sobre o novo visual e a foto sensual. “Poderosa é essa barriga sua! Hahahahahahha”, falou uma fã. “Maravilhosa”, comentou outra. “Oww mulher lindaaaa !!! Sou fã demais”, completou outra. 

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Deborah Secco e seu novo visual em “Segundo Sol”


Deborah Secco muda radicalmente visual para reta final de
Reprodução/Instagram

Deborah Secco muda radicalmente visual para reta final de “Segundo Sol”

Deborah é um dos destaques da novela das 21h, da Globo
, juntamente com a atriz Adriana Esteves (Laureta) que está entrando em sua reta final, com previsão de término no meio de novembro, sendo substituida por “O Sétimo Guardião”, com Bruno Gagliasso e Marina Ruy Baborsa como protagonistas. A atriz mudou o seu visual necessariamente para a sua personagem. Se antes tinha longos cabelos loiros, agora está com os cabelos mais escuros e curto.

O visual da estrela teve duas etapas, um corte feito pelo famoso cabelereiro das famosas Ale de Souza, com os fios bem curtinhos e escuros, e outra pelo beauty artist Lucas Vieira, com um corte um pouco mais longo, mais parecido com o visto em cena logo após a personagem cortar os seus cabelos em cena. 

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Com 38 anos,  Deborah Secco
 faz sucesso em diversas  novelas
da plim plim. Em sua carreira, a atriz soma obras conhecidas como “América” (2005), “A Favorita” (2008), “Insensato Coração” (2011)  e “Boogie Oogie” (2014). 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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