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Débora Nascimento faz post misterioso no Instagram: “Perder-se também é caminho”

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Débora Nascimento resolveu aproveitar a folga das gravações de “Verão 90” devido ao carnaval para fazer uma viagem ao Uruguai. Nesta tarde de quinta-feira (07), a atriz compartilhou um registro da viagem em questão, conquistando a atenção dos internautas.


Débora Nascimento conquista atenção dos internautas com post no Instagram
Reprodução/Instagram

Débora Nascimento conquista atenção dos internautas com post no Instagram

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A vida da atriz Débora Nascimento
, que era casada com o José Loreto
, da novela “O Sétimo Guardião”, não se encontra em seu período mais tranquilo. A recente separação dos dois tomou conta das redes sociais, sendo um dos assuntos mais comentados do mundo dos famosos.

Com isso, o público ficou com a atenção totalmente voltada às redes sociais de Débora. Em seu post mais recente, a atriz compartilhou uma foto caminhando na praia, de costas para a câmera e de frente para o mar. Na legenda, escreveu: “Perder-se também é caminho”.

Depois que a atriz de ” Verão 90
” se separou de Loreto, vários famosos lhe prestaram apoio – assim como os internautas. No espaço destinado aos comentários, vários dos seguidores de Débora escreveram mensagens à favor da reconciliação entre os dois: “Que voltem, que o erro sirva de aprendizado”, um dos internautas escreveu. “Se o amor de vocês é grande um dia tudo vai se esclarecer”, outra fã escreveu.

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A separação de Débora Nascimento e José Loreto


Débora Nascimento e José Loreto
Reprodução/Instagram

Débora Nascimento e José Loreto

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Os dois atores se conheceram em 2012 quando viveram um casal em “Avenida Brasil”. Os dois se casaram em 2015, e tiveram uma filha em abril de 2018. Já a separação aconteceu em 16 de fevereiro de 2019, e o caso não tardou a tomar conta das redes sociais. O motivo por trás da separação foi apontado como uma traição por parte de José Loreto. 

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Depois que a separação entre os dois foi anunciada, Loreto usou os stories para se declarar à Débora Nascimento
: “Débora, você tem todas as razões para estar magoada comigo. Te dei motivos, indícios, diria que até provas, que eu mesmo, se estivesse no seu lugar, diria que são inquestionáveis. Mas a vida real às vezes surpreende até as vidas de novela”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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