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De lingerie, Luana Piovani empina o bumbum em “festinha do céu” com Pedro Scooby

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Luana Piovani e seu marido, Pedro Scooby
, adoram compartilhar seus momentos íntimos na internet, e nesta sexta-feira (26) não foi diferente. Utilizando a ferramenta stories, em sua conta do Instagram, a atriz compartilhou fotos sensuais usando uma lingerie preta.

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Luana Piovani curte
Divulgação

Luana Piovani curte “festa no céu” com Pedro Scooby

Conhecida por suas “festinhas no céu” com Pedro Scooby, Luana Piovani
deixou seus admiradores sedentos ao posar com uma lingerie preta, empinando o bumbum e ostentando decote em sua residência.

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Luana Piovani posando sensual
Divulgação

Luana Piovani posando sensual

“‘Minhoco, você tá ficando louco. Deu o beijo errado, a boca é do outro lado”, brincou Luana na legenda dos cliques. Já Scooby comentou sobre o fato de quase ter ido viajar. “Valeu a pena perder o voo”, escreveu a atriz.

Luana e Scooby estão juntos há oito anos e são pais de Dom, de seis anos, e dos gêmeos Liz e Ben, de trê. Em seu canal no YouTube, Piovani já deu dicas de sexo
,  explicou porque chama de “festa no céu” e que não é só o ato em si, mas o ambiente que você cria para fazer disso uma verdadeira festividade.

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“Depois de uma vida de casado, filhos, rotina, convivência, a gente tem uma tendência a não prestar atenção nas pequenas coisas, a não valorizar os detalhes e a não celebrar a escolha diária de ser casado. Eu escolho uma roupa, uma música, tem bebida, comida, diversão, pegação. Por isso chamo de festinha no céu”, contou ela. “O sexo é importante, assim como o respeito”, completou.

O histórico de Luana Piovani


Intimidades de Luana Piovani e Pedro Scooby expostas nas redes sociais
Reprodução/Instagram

Intimidades de Luana Piovani e Pedro Scooby expostas nas redes sociais

Além de ser desinibida com o sexo e suas intimidades, Piovani também faz questão de ser ativa e mente aberta nas redes sociais. Sem medo de críticas, recentemente ela falou sobre celulite em seu Instagram: “O pessoal está perguntando sobre como eu me sinto de ser bombardeada e criticada sobre as fotos que fizeram de mim ontem, quando eu estava na praia”, começou ela.

“Nas fotos, eu estou, entendam o que estou falando, ‘gordinha’, porque estou acima do meu peso um ‘cadinho’, e com as minhas celulites todas expostas. Eu queria dizer, gente: que eu ‘caguei’. Não estou nem aí”, continuou Luana.

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Sem medo de falar o que pensa a artista ainda falou que isso não faz diferença para ela já que não precisa de seu bumbum para viver. “Eu não tô chapada, não tenho 20 anos e não vivo da minha bunda. Tudo certo”, finalizou Luana Piovani
.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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