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De biquíni, Carol Portaluppi desabafa: “Não estava uma magra saudável”

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Carol Portaluppi usou seu Instagram na noite da última terça-feira (18) para compartilhar uma foto em que aparece de biquíni, mostrandi seu corpão, em abril de 2018, dez meses atrás.

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Carol Portaluppi posa de biquíni e faz desabafo nas redes sociais
Reprodução/Instagram

Carol Portaluppi posa de biquíni e faz desabafo nas redes sociais


A loira aproveitou o post para fazer um desabafo. “Antes de você comentar que eu to linda na foto ou sobre minha barriga chapada, lê aqui: quando minha amiga(o), não lembro, tirou essa foto, 10 meses atrás, eu pesava 4 kg a menos do que eu deveria, estava totalmente mal de cabeça, não estava uma magra saudável, fazia jejuns de quase 2 dias”,escreveu Carol Portaluppi
.

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“Esse sorriso, podemos definir assim ‘quem conhece um sorriso de verdade, sabe que nem todo palhaço é feliz’. To me abrindo assim, coisa que não faço, para vocês refletirem um pouco… sobre o que é importante de verdade, e quem vocês devem amar em primeiro lugar sempre ? Boa noite”, completou a filha do técnico de futebol Renato Gaucho em desafabafo.

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Nos comentários, a loira recebeu o apoio de seus seguidores. “Você é uma pessoa incrível. É sensível, inteligente e linda sim…Sua determinação prova o quanto vc é forte e corajosa”, disse um internauta. “Que coragem e personalidade num mundo de aparências e hipocrisia. Além de seguir, agora admiro!”, escreveu outro.

Quem acompanha Carol nas redes sociais, sabe que ela compartilha fotos mostrando o corpo praticamente todos os dias. Além disso, ela exbe sua rotina de exercícios físicos na rede social.


Carol Portaluppi
Reprodução/Instagram

Carol Portaluppi


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A carioca Carol Portaluppi
, de 24 anos, é conhecida principalmente por ser filha de Renato Gaúcho, o técnico do Grêmio. Em recente foto publicada na rede social, ela ostenta um corpão de dar inveja em foto tirada em praia do Rio de Janeiro de biquíni
e recebeu o apelido de “Menina do Rio” de um de seus seguidores. Ela sempre está na praia, e também gosta de coompartilhar com seus fãs fotos e vídeos enquanto pratica futvolei nas areias cariocas.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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