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Da Playboy para a F1 feminina; conheça a “coelhinha” que é favorita na W Series

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Doreen Seidel, a coelhinha da Playboy que é favorita para correr na Fórmula 1 feminina, a W Series
Facebook / Instagram / Arquivo pessoal

Doreen Seidel, a coelhinha da Playboy que é favorita para correr na Fórmula 1 feminina, a W Series

No último mês de outubro, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) anunciou a criação de uma nova categoria dentro da Fórmula 1, voltada apenas para mulheres: a W Series. A ideia da entidade é ter 18 pilotas no grid para estreia do campeonato, em maio de 2019.

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E para definir as moças que vão disputar o título da temporada inaugural da Fórmula 1 feminina, a FIA pré-selecionou 55 nomes que deverão participar de testes de três dias, incluindo condicionamento físico e perfil psicométrico, além de vários exames de habilidades de direção.

Uma das candidadas que chama bastante atenção é a alemã  Doreen Seidel , de 33 anos de idade, considerada favorita para ficar com uma das 18 vagas da W Series no ano que vem.


Doreen Seidel, a coelhinha da Playboy que é favorita para correr na Fórmula 1 feminina, a W Series
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Doreen Seidel, a coelhinha da Playboy que é favorita para correr na Fórmula 1 feminina, a W Series

E ela tem uma história peculiar. A moça deixou de ser uma famosa coelhinha da revista Playboy para se arriscar nas pistas. Seidel fez sua estreia na publicação masculina posando para uma edição em 2008 e chegou a ganhar o título de “Playmate do Ano da Alemanha”, no ano seguinte.

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Em muitas ações de marketing que fazia pela Playboy do seu país, a alemã frequentava eventos de automobilismo, desenvolvendo uma paixão incontrolável por carros de corrida. Por isso resolveu largar o universo sensual e colocou o capacete.

Sua primeira competição foi a Cruze Cup, em 2011. Depois ela correu também na Chevrolet Cup, Volkswagen Scirocco R-Cup Alemanha, Audi Sport TT Cup, GT4 European Series Pro Class, Boerdesprint e Creventic 24h Series, entre outras provas.

Na Michelin Time Trial World Challenge, ela mostrou toda sua habilidade ao volante superando 12 mil homens, incluindo nomes famosos do automobilismo como Mario Andretti, Sebastian Bourdais, Eli Tomac e Randy de Puniet, terminando na terceira colocação geral.

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Por conta dessa experiência que adquiriu, se tornou candidata e favorita para ingressar na F1 para mulheres. “Estou muito feliz por fazer parte do W Series. Vou fazer de tudo para estar entre as qualificadas na seleção final de janeiro”, disse Doreen Seidel em suas redes sociais.

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Como vai funcionar a Fórmula 1 para mulheres?


Doreen Seidel, a coelhinha da Playboy que é favorita para correr na Fórmula 1 feminina, a W Series
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Doreen Seidel, a coelhinha da Playboy que é favorita para correr na Fórmula 1 feminina, a W Series

O circuito da W Series começa em maio do ano que vem e incluirá seis corridas em circuitos de toda a Europa. Os carros serão todos iguais, fornecidos pelos organizadores e equipados com um motor turbo de 1.8 litro, aerodinâmica ajustável e pneus suaves.

Todas as pilotas terão a disposição o sistema de segurança HALO, o mesmo utilizado na categoria masculina.

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O ex-piloto David Coulthard, o engenheiro de design Adrian Newey e o ex-gerente de equipamentos experientes como McLaren, Manor Dave Ryan, estão entre os responsáveis por selecionar de 18 a 20 competidoras.

Segundo as informações, a primeira temporada da W Series, a Fórmula 1 feminina, distribuirá 1,5 milhão de dólares (R$ 5,7 milhões na cotação atual) como premiação. 

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Após ‘caso Koulibaly’, Inter de Milão lança campanha antirracista nas redes

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O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão
reprodução / Twitter

O zagueiro do Napoli, Koulibaly, foi alvo de cantos racistas da torcida da Inter de Milão

Depois de seus torcedores entoarem cânticos racistas em partida contra o Napoli, a Inter de Milão lançou uma campanha antirracismo com um vídeo no qual jogadores pedem que a torcida não faça o barulho “buu”, conhecido como uma ofensa.

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A gravação foi divulgada nas redes sociais da Inter de Milão nesta sexta-feira (18) e conta com a presença de Icardi e Samuel Eto’o, além dos ex-jogadores Luís Figo e Javier Zanetti.

O barulho “buu” é normalmente considerado como racista no futebol italiano. Por isso, a ideia dos nerazzurri é utilizar o vídeo sob o slogan “Brothers Universally United” (BUU) (“Irmãos Unidos Universalmente”, em português). De acordo com um comunicado do clube italiano, a campanha é “um convite para combater o racismo com sua própria arma: o buu racista”.

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“É uma transição do negativo, para o positivo. É isso que queremos da campanha Buu, escreva, não diga”, disse o presidente do clube, Steven Zhang.

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Logo depois, o Milan se uniu ao rival e endossou a iniciativa. “O Milan está ao lado da Inter na luta contra o racismo, porque há desafios que vão muito além das cores e rivalidades”, escreveram os rossoneros no Twitter.

A campanha foi lançada após o zagueiro do Napoli Kalidou Koulibaly virar alvo de cânticos racistas entoados por torcedores da Inter, que foi punida com dois jogos no San Siro com portões fechados e uma terceira sem público na “curva norte”, onde ficam suas torcidas organizadas.

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Embora o próximo jogo contra o Sassuolo no sábado(19) seja sem torcida, a Inter de Milão afirmou que a liga italiana autorizou a entrada de 10 mil crianças da região no estádio. 

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