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Curso Preparatório Comunitário chega a reta final com mais de mil alunos atendidos

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Com aulas ministradas por professores de alto nível e possiblidade de interação com conteúdo online, alunos no Curso Preparatório Comunitário (CPC), chegam à reta final do ano letivo nas semanas que antecedem o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Reestruturado pela atual administração, o projeto foi lançado em maio deste ano e atendeu mais de 1.000 alunos de baixa renda, por sete diferentes pontos da Capital. As provas acontecem nos dias 4 e 11 de novembro.

A formação é uma complementação escolar feita na modalidade de Ensino à Distância (EAD) e contou com turmas no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), hospedado no portal oficial do CPC.

“O curso já existiu em outras gestões, mas foi extinto e retomado agora com esta nova proposta. Por meio do EAD, dezenas de alunos, que por diferentes motivos não poderia se deslocar, tiveram acesso a preparação de qualidade para o Enem. Isso reforça nosso compromisso com a população cuiabana, sobretudo com aqueles que mais precisam e que, mesmo diante de todas as dificuldades, lutam por um futuro melhor”, disse o prefeito.

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De acordo com o titular da pasta de Inovação e Comunicação, Júnior Leite, os participantes precisaram comprovar que estavam matriculados 3º Ano do Ensino Médio ou curso equivalente, em escolas da rede pública ou privada – desde que fossem bolsistas. Além disso, não foi permitida a inscrição de alunos com formação de nível superior ou que estivessem cursando alguma faculdade na data da inscrição do processo.

“Neste contexto é importante destacar que 10% das vagas foram garantidas para funcionários ou filhos de funcionários públicos. Além disso, 5% das oportunidades corresponderam ao interesse de pessoas com algum tipo de deficiência”, diz.

Criado por intermédio da Secretaria de Gestão e da Secretaria de Inovação e Comunicação, o CPC foi inspirado em um modelo híbrido que trouxe um sistema inovador para o estudante, aliado a um grupo de professores experientes. De olho nos parâmetros do Exame, eles utilizaram uma metodologia de ensino baseada nas quatro áreas do conhecimento: Ciências da Natureza, Ciências de Matemática, Códigos de Linguagem e Ciências Humanas e Suas Tecnologias.

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O coordenador do CPC, professor Cláudio Taques, destaca que, embora a primeira etapa da prova seja realizada neste domingo (4), as aulas se estenderão até o dia 9 de novembro, antecedendo a segunda fase do Enem. “Nas aulas da semana que vem focaremos apenas no conteúdo específico para o segundo dia de provas, que cobra conteúdos da área das exatas”, afirma.

As aulas, ministradas majoritariamente no período noturno (de 19h às 22), aconteceram na Escola Estadual Presidente Médici, no centro; Escola Estadual André Avelino, no CPA I; Escola Professor Rafael Rueda – CAIC , no Pedra 90; no Centro Comunitário do bairro 1º de Março; no Centro Cultural Silva Freire, no Coxipó; e na Universidade de Cuiabá (Unic), no Jardim Europa.

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AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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