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Política

Cultura e tradição Cuiabanas são destaque em sessão solene dos 300 anos

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A apresentação da cantora Vera Capilé e do grupo Flor Ribeirinha foram destaque na sessão solene de entrega dos Títulos Honoríficos Cuiabá 300 anos realizado na última terça-feira (30), no Hotel Fazenda Mato Grosso.
A solenidade marcou o encerramento das festividades em comemoração ao tricentenário da Capital. A abertura do evento ficou por conta da cantora Vera Capitlé, que interpretou o Hino de Cuiabá, emocionando a todos os presentes.
A artista regional destacou a importância das homenagens prestadas a Cuiabá. “Ser cuiabana adotada, pois nasci em Dourados (MS), é algo indescritível. É um amor enraizado naturalmente em nossas entranhas, e vai ganhando corpo ano após ano. Sinto-me à vontade para falar de um lugar que amo intensamente, pois foi onde constituí família e tenho um arsenal de amigos. E realmente, é uma honra estar integrada à agenda de eventos marcantes que acontecem anualmente na nossa Capital. Mesmo na experiência dos anos, prevalece intensa emoção antes de cada interpretação. Porque, para nós, apaixonados por Cuiabá, isso é bem natural”, disse a cantora.
Já o grupo Flor Riberinha encerrou a sessão com sua apresentação voltada para cultura cuiabana. “Nós, artistas, cultuamos talento e emoção. É uma alternância comum: liberar o âmago do dom artista, de cantor, e ao mesmo tempo controlar o ímpeto das emoções”, falou o cantor Edimilson Maciel, que faz parte do grupo.
Antes de o Grupo Flor Ribeirinha entrar em cena, Edmilson descaracterizou sua interpretação indígena para assumir o papel de um homem urbano. Contava, assim, a história “Cuiabá dos 300 Anos”, tema do show. Na sequência, os integrantes do Grupo Flor Ribeirinha, em fila indiana, entraram comedidamente pelo salão trajando véus, clara alusão à religiosidade do povo cuiabano. Os artistas logo assumiram danças típicas e rodopios sincronizados, sob aplausos gerais. Apresentações do tipo têm culminado com premiações diversas no território brasileiro e mesmo além oceano. O espetáculo encerrou oficialmente as comemorações do Legislativo de Cuiabá, voltadas ao tricentenário da capital mato-grossense.

João Carlos de Queiroz – Câmara Municipal de Cuiabá

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Política

Câmara disponibiliza nova participação dos cidadãos em projetos de lei

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A Câmara dos Deputados disponibilizou uma nova forma de participação dos cidadãos na elaboração de projetos de lei em tramitação e de pareceres. A solução atualiza a plataforma de interação com a sociedade da Casa, o Wikilegis, agregando novos recursos e ampliando as formas de incidência da população nos processos legislativos.

A plataforma é uma iniciativa do Lab Hacker, espaço de inovação da Câmara dos Deputados e que desenvolve tecnologias para diversas finalidades, entre elas a ampliação da interação entre os processos legislativos e a sociedade civil.

A ferramenta, ainda em período de testes, cria novas formas para que as pessoas possam opinar sobre a redação dos projetos em discussão, bem como facilita a elaboração de sugestões que podem subsidiar pareceres dos relatores responsáveis por apreciar as propostas. A participação já era permitida no Wikilegis, em operação desde 2013.

Uma das diferenças da nova tecnologia em relação à versão anterior da plataforma é a possibilidade das pessoas apenas apoiarem propostas ou opiniões. Segundo Waltenor Brandão, um dos responsáveis pela ferramenta, ela funciona de forma semelhante ao aplicativo “Tinder”. O participante manifesta sua concordância, dando um “match” no termo adotado pelo famoso app de relacionamentos.

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A intenção dos desenvolvedores é que desta maneira haja menos opiniões repetidas, facilitando tanto o entendimento das posições dos participantes (se apoiam ou rejeitam uma parte de um projeto de lei) quanto da tradução dessas em redação para as leis e os pareceres. Até então, as pessoas redigiam sugestões no Wikilegis e os assessores e consultores legislativos tinham de realizar a análise de forma manual, o que muitas vezes dificultava a incorporação efetiva das contribuições de fora.

O recurso, contudo, não estará disponível para todos os projetos de lei. Ele será aplicado somente àquelas matérias cujos autores ou relatores colocarem voluntariamente para esta forma de participação. Nesta etapa de testes já estão disponíveis três projetos de lei: um sobre a valorização dos movimentos artísticos de periferia, um sobre a proibição de sorteio de animais em eventos e um acerca da regulamentação de mensagens de advertência em propagandas.

A equipe do Lab Hacker relatou ter buscado os canais de diálogo com os parlamentares para apresentar a possibilidade e estimular o seu uso na tramitação das matérias da Casa. “A gente tem conversado com deputados por meio dos canais que temos para sensibilizá-los a participar também”, diz Patrícia Roedel, diretora do laboratório.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Política
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