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Cuiabá registra o mês de novembro como o mais chuvoso dos últimos 57 anos

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Há exatos 57 anos não se chove tanto na Capital como nesse mês de novembro. De acordo com os dados registrados pela Estação Convencional do Instituto Nacional de Meteorologia-INMET, os últimos dias foram os mais chuvosos da história, desde 1961 não se registrava um cenário semelhante a esse.  

O acumulado de novembro foi de 446,8m sendo que a média climatológica de chuva é de apenas 172,9mm (1981/2010). “Esse valor superou os acumulados tanto de novembro de 2017 com 252,2mm, quanto o de novembro de 1983 que registrou 369,6mm”, disse o diretor da Defesa Civil de Cuiabá, coronel Paulo Wolkmer. 

“Chover mais de 300 mm em um mês significa alguns dias com chuva muito forte. Na região de Cuiabá, volumes mensais de precipitação acima de 300 mm são mais comuns nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro”, informou.

Na oportunidade, o diretor apresentou um ranking últimos meses com maior índice pluviométrico na cidade, sendo eles: o mês de fevereiro de 1968 ficou em primeiro lugar com 506,9mm, seguido de fevereiro de 1995 com 463,9mm. E em terceiro lugar, o mês de fevereiro desse ano com 462,5mm. “E a previsão para o mês de dezembro é de muita chuva. Então todo cuidado é pouco para evitar possíveis transtornos”, disse ele.

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Diante de uma situação de iminente perigo as pessoas devem manter a calma, procurar locais seguros e acionarem os órgãos competentes para o devido socorro. “Evite se locomover pelas enxurradas, não se abrigue ou estacione debaixo de árvores, e também não utilize equipamentos elétricos no caso de eles estarem molhados ou em locais úmidos, por causa das descargas elétricas. Isso são alguns cuidados que protegem a vida diante de uma tempestade,” reforça Wolkmer.

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Cidades

Mato Grosso registra 43 mortes em 24h; UTIs continuam lotadas

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Taxa de ocupação está em 97% para UTIs adulto e em 59% para enfermarias

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sábado (10.04), 328.805 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 8.530 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Foram 43 mortes apenas nas últimas 24 horas.

Foram notificadas 1.356 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 328.805 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.804 estão em isolamento domiciliar e 305.369 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 518 internações em UTIs públicas e 513 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 97,92% para UTIs adulto e em 59% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (70.086), Rondonópolis (24.674), Várzea Grande (21.290), Sinop (16.565), Sorriso (12.044), Tangará da Serra (11.179), Lucas do Rio Verde (10.796), Primavera do Leste (9.553), Cáceres (7.114) e Alta Floresta (6.392).

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A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 293.671 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.515 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na sexta-feira (09), o Governo Federal confirmou o total de 13.373.174 casos da Covid-19 no Brasil e 348.718 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 13.279.857 casos da Covid-19 no Brasil e 345.025 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados deste sábado (10).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

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O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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