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Política

Cuiabá 300 anos: revitalização da Praça Maria Taquara

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p class”msonormal” style”margin: 0cm 10pt line-height: 16.8667px”>A obra também recebeu indicação do Vereador Misael Galvão.

Com os 300 anos de nossa capital se aproximando, as obras da prefeitura estão em modo acelerado. Depois da revitalização da Avenida Mato Grosso, agora é a vez da Praça Maria Taquara ganhar uma nova e melhor estrutura para a população.

Essa é mais uma indicação que o vereador Misael Galvão fez e a prefeitura atendeu. “Ficamos felizes em ver a evolução das obras em nossa cidade, isso é garantia de melhoria para a população”, expressou Galvão.

A praça abriga diversas barracas de vendedores ambulantes e passageiros que embarcam e desembarcam do transporte coletivo. “Não será apenas o ponto de ônibus, mas a praça toda será revitalizada e a previsão de entrega é abril de 2019”, afirmou o secretário de Serviços Urbanos, José Stopa.

Para a população que utiliza diariamente dessa praça, a revitalização será muito bem vinda. “Agora teremos ponto de verdade para esperar o ônibus, sem precisar ficar na chuva e sol”, afirmou Sergia Arruda, usuária do transporte coletivo.

Para o senhor Manoel que trabalha como comerciante nesta Praça há 10 anos, essas obras só vêm para melhorar. “Tenho uma loja de variedades, Estrela do lar, com 10 anos nesse mesmo lugar e essa revitalização da praça será ótimo para todos. A cidade vai ficar mais bonita e o comércio pode ganhar mais clientes com essas melhorias.”

“Esta praça é uma das mais conhecidas da Capital e abriga um monumento histórico da nossa cultura e que precisa estar bem conservada. A reforma é de extrema importância para a população em geral, vai beneficiar os comerciantes e demais trabalhadores que atuam na região, além disso, vai atrair número maior de visitantes”, pontuou Misael Galvão.


História

A praça ganhou o nome de Maria Taquara em homenagem a uma mulher negra que trabalhava como lavadeira na Capital na década de 40. Alta e magra, ela ganhou o apelido de uma planta com as mesmas fisionomias. A lavadeira era pobre e, apesar de ter um barraco para viver, era praticamente uma moradora de rua. O escritor e pesquisador Aníbal Alencastro, de 72 anos, diz que conheceu Maria. Ela viveu entre as décadas de 40 a 50 na capital mato-grossense. Ela lavava roupas em córregos e tanques.

Maria Taquara tornou-se uma lenda em Cuiabá, era muito conhecida na época. O que se sabe sobre ela é que era esguia, quase sem seios, cabelos encrespados, requeimada de sol e possuía um sotaque nordestino. Nesta fase da vida aparentava ter entre 25 e 27 anos de idade. O Artista plástico Haroldo Tenuta, após conhecer a história de Maria Taquara, esculpiu sua imagem em bronze na pequena praça no centro de Cuiabá.


Susan Bento assessoria do vereador Misael Galvão com informações do G1.

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Política

ALMT cria Câmara Setorial Temática para debater “Taxação do Agronegócio”

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Foto: JLSiqueira

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Secretaria de Comunicação Social

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) vai ter a partir da 19ª Legislatura (01/02/2019 a 31/01/2023) a Câmara Setorial Temática (CST) da “Taxação do Agronegócio” em Mato Grosso.

O pedido para sua instalação é do deputado estadual Wilson Santos (PSDB), por meio do Requerimento nº 380/2018, aprovado pela ALMT. A CTS deve funcionar por 180 dias, podendo ser prorrogável pelo mesmo período, caso haja necessidade.

Para Wilson Santos, o tema “Taxação do Agronegócio” é muito complexo. “Nós precisamos ouvir todos os lados. Nós precisamos ouvir todos os atores envolvidos. Nada precipitado. Nós vamos ouvir governador, ex-governadores, vamos a Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Brasília, vamos buscar informações e que nestes meses possamos apresentar uma proposta concreta que possa agradar a todos os envolvidos e que o grande vencedor seja o cidadão”, pontuou.

Segundo Santos, o atual modelo de desenvolvimento econômico centralizador em Mato Grosso beneficia alguns e a maioria da população continua desempregada. “Precisamos construir um estado rico, sim, mas que essa riqueza seja distribuída de maneira justa”, observou.

De acordo com o parlamentar, todas as entidades representativas do Agro, da Agricultura Familiar, Universidades, Setor Industrial, ex-governadores devem fazer parte da Câmara Setorial Temática, onde de forma democrática e respeitosa vão expor suas ideias sobre o assunto.

“Temos seis meses para apresentar uma proposta definitiva de como melhorar o modelo de desenvolvimento econômico e social de Mato Grosso. As soluções encontradas vamos encaminhar ao Governo do Estado, Federações, representantes do Agro, da Agricultura Familiar, do Comércio”, disse.

O objetivo de Wilson Santos é que o estado caminhe rumo à Industrialização. Uma das ideias do deputado é sugerir o que já acontece no estado de Mato Grosso do Sul.

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“É nesse contexto que defendo a taxação do agronegócio em Mato Grosso, aos moldes do que já acontece no nosso coirmão Mato Grosso do Sul. A proposta é limitar a 50% a exportação da produção das chamadas commodities agrícolas, em especial soja, milho algodão e carne. Dessa forma, estamos estimulando consumo interno, a industrialização e a diversificação da nossa produção”, comentou.

De acordo com o Ministério da Agricultura, Mato Grosso é o estado que mais exportou produtos do Agro em 2018, ultrapassando SP, MG, RS e PR. Até julho deste ano, o estado exportou, em dólares, mais de 10 bilhões, o que daria na moeda nacional em torno de 40 bilhões de reais.

“Mas isso pouco agregou ao Estado, seja na arrecadação de tributos, seja na geração e emprego ou de renda. E por uma razão muito simples: toda essa produção exportada estava isenta do pagamento de tributos em razão da Lei Kandir (LC87/1996), conhecida como lei da desoneração das exportações. Reconheça-se que o Brasil precisa de competitividade com outros países no comércio exterior de commodities agrícolas, mas não somente à custa dos Estados. E a compensação que é retornada aos estados e municípios anualmente por meio do FEX nem de longe compensa o prejuízo com a falta da tributação desse volume de produção”, relatou.

No dia 29 de novembro, o Parlamento Estadual realizou uma Audiência Pública com o tema “Taxação do Agronegócio” em Mato Grosso, a pedido do próprio Wilson Santos.

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O evento contou com a participação maciça do Agro, com a presença do Presidente Normando Coral (Famato), Rui Prado (ex – presidente Famato), Jorge Pires (presidente Acrimat),  representantes da Aprosoja, Sindicatos Rurais, 15 Deputados Estaduais eleitos e reeleitos, entre outros, onde foi oportunizado a todos explanações de forma democrática e respeitosa.

“A Audiência Pública foi mais um capítulo nessa solitária luta que venho travando desde 2015 no Parlamento Estadual. É chegada a hora do tema ganhar as ruas e passar a compor a agenda de prioridades de Mato Grosso – assim como o enxugamento da máquina e o combate à corrupção, já iniciados há mais tempo -, especialmente neste momento em que as finanças públicas estão estranguladas pela pressão dos gastos com servidores e previdência, e faltam recursos para as demandas da sociedade nas áreas de infraestrutura, saúde, segurança e social, de uma forma geral”, completou.

Segundo Santos, pesa a favor da industrialização o fato de Mato Grosso reunir os elementos necessários: matéria-prima abundante (algodão, couro, madeira, milho, soja etc.); energia de sobra; mão de obra farta a ser capacitada; linhas de financiamentos aos industriais (Sudam, FCO e BNDES) e ainda, de acordo com o deputado, o próximo governador ser do setor industrial.

“Espero sinceramente que, a exemplo de outros momentos, quando o Agro sentou à mesa com o Executivo e Legislativo e compreendeu a importância de contribuir mais com o Estado, o que resultou na criação do Fethab II, as lideranças desse importante setor produtivo se sensibilizem para esse chamado histórico e deem novamente sua contribuição a Mato Grosso”, finalizou.

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