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Cidades

Criança é internada na UTI após médico dizer que falta de ar e tosse era virose

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Prefeitura admitiu o erro médico e informou que a criança teve infecção no ouvido que se agravou para pneumonia

Uma menina de 5 anos, moradora de Várzea Grande, teve o quadro de pneumonia agravado após não ter recebido o diagnóstico correto quando foi levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Cristo Rei na última semana.O pai da criança

conta que na sexta-feira (20), levou a criança à UPA para realizar uma consulta após tossir muito e sentir falta de ar. No entanto, o médico constatou, após consulta, que era ‘virose’ e receitou alguns medicamentos.

No entanto, o pai conta que durante o final de semana a menina continuou tossindo muito e, por isso, decidiu retornar ao médico. Ele comenta que sua filha só passou pela triagem e que não foi encaminhada ao atendimento médico por do atendimento de casos suspeitos de coronavírus.

Uma funcionária da unidade de saúde recomendou ao pai da menina que levasse ela na terça-feira para um postinho ou em uma Policlínica. Ele conta que levou a criança em duas Policlínicas, mas não conseguiu que fosse atendida porque não tinha médicos.

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Então, ele decidiu retornar para UPA do Cristo Rei e conversou com uma funcionária da área de triagem que pediu que ele levasse a menina na unidade. Desta vez, ele relata que a criança conseguiu atendimento e o médico pediu que ela fosse internada.

O pai conta que mais tarde a criança foi encaminhada para o Pronto Socorro com água no pulmão.

“Porque na sexta-feira o médico não fez um exame de sangue. Agora, minha guria esta intubada na UTI do Pronto Socorro de Várzea Grande”.

A Secretaria de Comunicação da prefeitura disse que houve um erro por parte da equipe da enfermagem durante a triagem na UPA do Cristo Rei e, por isso, uma investigação será feita para descobrir quem cometeu a falha.

A pasta ressaltou que a criança esta intenada na UTI do Pronto Socorro após uma infecção no ouvido ter avançado e provocado uma pneumonia.

Por: RepórterMT

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Cidades

Multas aplicadas durante a pandemia em Cuiabá somam quase R$ 600 mil

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A prefeitura de Cuiabá, por meio da secretaria de Ordem Pública, já aplicou R$ 294.809,50 R$ 294.809,50 em multas, registradas até o dia 31 de julho por desucmprimento às medidas de combate ao novo coronavírus. O prefeito Emanuel Pinheiro e o secretário de Ordem Pública, Leovaldo Salles, foram multados pela Justiça em R$ 300 mil, por também descumprirem as regras. Com isso, o total de multas aplicadas a moradores da Capital chega a quase R$ 600 mil.

Pela secretaria de Ordem Pública, foram 638 autos de notificações em atividades comerciais, industriais ou de prestação de serviço. Em março, foram duas ocorrências; em abril, 220; em maio, 141; em junho, 213 e em julho, 62 autos de notificação. Quanto aos autos de infração lavrados contra o mesmo ramo, foram 401 ao longo da operação, sendo 48 em abril, 134 em maio, 142 em junho e 77 em julho. Em valores, os autos de infração somam R$ 275.320,53 em multas.

Entre abril e julho deste ano, a SORP também lavrou 40 termos de suspensão ou redução de atividade em atividades comerciais, industriais ou de prestação de serviço. Em abril foram 5 termos; em maio, três; em junho, 11 e em julho, 21 interdições.

Com relação ao comércio ambulante, os agentes de regulação e fiscalização da Secretaria de Ordem Pública emitiram 49 autos de notificação, sendo 11 em abril, 22 em maio, 13 em junho e três em julho. Também foi necessário emitir 17 autos de infração com relação a esse tipo de atividade econômica, sendo três autos em abril, cinco em maio e nove em junho. Os autos de infração correspondem a R$ 16.139,30 em multas.

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Os trabalhos de combate à poluição sonora também continuaram durante a pandemia, mesmo com todas as linhas direcionadas para o Disque-denúncia da Operação Integrada de Prevenção à Covid-19. Entre abril, maio e junho, foram 6 autos de notificação por poluição sonora. Já entre maio, junho e julho, houve a lavratura de quatro autos de infração pelo mesmo motivo, que somam R$ 2.436,12 em multas.

Fiscalização em obras e edificações em geral renderam cinco autos de notificação entre abril, maio e junho e um auto de infração, registrado em julho, no valor de R$ 913,55 em multa.

O secretário municipal de Ordem Pública, coronel Leovaldo Sales, destaca que a proteção da saúde e da vida de toda a população tem sido o combustível de todos os envolvidos na operação e ressalta que nenhum fiscal tem prazer em multar nenhuma pessoa. “Durante toda a operação integrada de fiscalização, a SORP nunca deixou escapar a essência predominantemente preventiva em suas ações. Não lavramos nenhuma multa com prazer, muito pelo contrário, a cada auto de infração lavrado, o sofrimento também era nosso como agentes públicos em meio a uma população já grandemente penalizada. As multas só foram impetradas porque o diálogo não foi suficiente para conscientizar o infrator e resolver a questão”, afirma.

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O secretário ainda lembra que, ao longo de todo o trabalho de fiscalização nesta pandemia, a pasta perdeu um de seus fiscais, que estava na linha de frente, tentando evitar que mais pessoas fossem infectadas e tivessem que precisar de um leito de UTI, como ele precisou. “Perdemos um servidor exemplar, Benedito Edmar, que foi vencido pelo coronavírus, e a maneira que encontramos de superar a perda e a tristeza foi trabalhando mais e com maior ânimo e assim iremos até que venha o ‘novo normal’ e essa pandemia acabe”, diz Sales.

Quanto à multa aplicada a ele, de R$ 100 mil, por ter participado e permitido a aglomeração de mais de 5 mil pessoas no sepultamento do pastor e presidente da Assembleia de Deus, Sebastião Rodrigues, Sales não comentou.

Ao prefeito foram aplicadas duas multas de R$ 100 mil cada: uma por não cumprir a determinação judicial que decretava a quarentena obrigatória em Cuiabá e outra por omissão no sepultamento do pastor Sebastião.

O município recorreu das multas aplicadas a Emanuel e Sales.

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