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Cidades

CRAS oferece serviços e atividades de inclusão social da população

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Cerca de 400 pessoas entre crianças, grupo de mães, gestantes e idosos em situação de vulnerabilidade social participam diariamente das atividades oferecidas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Getúlio Vargas. No CRAS é oferecido o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) com a finalidade de fortalecer a função protetiva da família, prevenir a ruptura dos seus vínculos, promover seu acesso e usufruto de direitos e contribuir na melhoria da qualidade de vida do cidadão.

De acordo com a coordenadora do CRAS Getúlio Vargas, Carla Costa Braga o atendimento é de segunda a sexta-feira, nos dois períodos, manhã e tarde. “A população por nós atendida é bem carente. Todo auxílio se faz necessário para o bom desenvolvimento psicossocial dessas pessoas”, disse.

As oficinas do projeto são todas pensadas e elaboradas conforme as necessidades identificadas a fim de atender os objetivos da Política de Assistência Social. No caso das crianças, os serviços são oferecidos fora do horário da escola.

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O objetivo de tais ações, segundo Carla, é o de identificar as necessidades e apoiar as famílias e indivíduos no que for necessário, bem como facilitar o acesso aos serviços de saúde, educação, trabalho, dentre outros.

Além do público citado anteriormente, explica Carla, podem participar das ações oferecidas pelo Centro, crianças, jovens e adultos, pessoas com deficiência; pessoas que sofreram violência, vítimas de trabalho infantil, jovens e crianças fora da escola, jovens que cumprem medidas socioeducativas, idosos sem amparo da família e da comunidade ou sem acesso a serviços sociais, além de outras pessoas inseridas no Cadastro Único. “Oferecemos uma extensa programação. São serviços nas mais diversas áreas. Em média, passam pela unidade cerca de 1.000 a 1.500 pessoas por mês. Estamos prontos para atender a população que mais precisa do auxílio da Prefeitura”, destacou.

“É por meio do nosso trabalho que conseguimos identificar a existência de igualdades sociais e estabelecer políticas sociais de atendimento a fim de reduzir essas diferenças, bem como identificar e estimular as potencialidades locais, modificando a qualidade de vida das famílias que vivem nas localidades”, frisou a coordenadora.

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Ao finalizar, Costa destaca que as pessoas interessadas em participar dos grupos podem se inscrever no CRAS. “A política pública de assistência social é destinada à população que dela necessitar, sendo assim, salientou ela, aos interessados em participar das atividades manifestem suas necessidades junto à unidade” finalizou.

O CRAS Getúlio Vargas está localizado Rua S, esquina c/ Av. Principal, S/N, Bairro Getúlio Vargas, em Cuiabá.

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AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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