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CR7 faz quatro e Portugal atropela Lituânia pelas eliminatórias da Eurocopa

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Lance

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Reprodução

Cristiano Ronaldo

Mais um show de Cristiano Ronaldo com a camisa de Portugal. Nesta terça-feira, o camisa 7 não teve pena da Lituânia, e com quatro gols, contribuiu para a vitória para a seleção portuguesa por 5 a 1, em jogo válido pela sexta rodada do Grupo C das Eliminatórias para a Eurocopa 2020. William Carvalho completou o massacre, e Andriuskevicius descontou para os lituanos.

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FATAL

O jogo começou com um roteiro até que previsível. Mais time, Portugal começou em cima da Lituânia, e conseguiu sair na frente do placar aos sete minutos, quando João Félix tentou cruzamento e o zagueiro bloqueou com o braço, dentro da área. Na cobrança, Cristiano Ronaldo deslocou o goleiro e abriu o placar.

TUDO IGUAL

Para a surpresa de Portugal, a Lituânia conseguiu aproveitar a única chance de marcar que teve na primeira etapa de partida. Em escanteio cobrado por Kuklys, Andriuskevicius subiu bonito e testou para o gol, sem chances para Rui Patrício.

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QUE ISSO, GOLEIRÃO?

Já no segundo tempo, Cristiano Ronaldo voltou com tudo e colocou Portugal novamente em vantagem, mas com uma contribuição gigantesca do goleiro lituano. Em chute fraco de fora da área, o goleiro Setkus tentou defender, mas por conta do efeito, a bola rebateu e morreu lentamente nas redes. Segundo a Uefa, gol de CR7 .

HAT-TRICK

Com a vantagem no placar, Portugal seguiu em cima da Lituânia e Cristiano Ronaldo marcou mais uma vez. Após cruzamento de Bernardo Silva pela ponta direita, o camisa 7 saiu na frente do goleiro e com um toque empurrou para as redes.

POKER

Não satisfeito com os três gols, Cristiano Ronaldo fez questão de marcar mais um gol para transformar a vitória em goleada. Em ataque rápido, com a defesa lituana aberta, Bernardo Silva rolou para CR7, que finalizou com categoria no contrapé do goleiro e marcou o seu quarto gol na partida, e o quarto de Portugal. No fim, William Carvalho ainda teve tempo de marcar o quinto e fechar a goleada.

Fonte: IG Esportes
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Coluna – A desordem das organizadas

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São muitas as versões para a origem das “torcidas organizadas” no Brasil. A primeira delas teria sido feminina, com as mulheres dos jogadores do Atlético Mineiro indo para os estádios com bandeirinhas para apoiarem os maridos. Isso em 1929. Dez anos depois, grupos de torcedores do São Paulo se reuniam para irem juntos aos estádios, prática que se estendeu a grupos do Internacional e do Fluminense.

Em 1942 surge a Charanga Rubro-Negra fundada por Jayme de Carvalho. Unia os torcedores e ainda organizava a festa, com os instrumentos musicais. O termo “organizada” aparece pela primeira vez em 1944, quando é fundada a Torcida Organizada do Vasco (TOV).

Os tempos são outros, assim como as “organizadas”. Muitas delas, inclusive, são até proibidas de irem aos estádios por conta da violência. E apesar de parecer que elas são maioria nos jogos, as pesquisas apontam que, muito pelo contrário, esses grupos formam uma parcela bem reduzida dentro do que chamamos de torcida.

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O sociólogo Mauricio Murad é um especialista em estudar torcidas de futebol no Brasil. E os dados são dele. Atualmente, as torcidas organizadas totalizam em seus quadros cerca de 2,5 milhões de torcedores – se considerarmos que só Flamengo e Corinthians, juntos, têm 60 milhões de torcedores, vemos que o número realmente é pequeno. Nessas organizadas, 85% são homens e das cerca de 700 torcidas no país, 130 respondem pela maioria dos episódios de confronto.

E por que fazem tanto barulho então? Porque faltam prevenção e repressão, em especial nos jogos onde há rivalidade estadual. Basta ver os últimos episódios no Brasileirão – três brigas em Botafogo x Flamengo, Cruzeiro x Atlético-MG e Fortaleza x Ceará. Gerados pelo histórico, pelo momento dos clubes no campeonato e, acreditem, por provocações feitas antes dos jogos por dirigentes e profissionais do futebol. A mesma pesquisa diz que essa atitude acirra os ânimos – foi o que disseram 72% dos chefes dessas organizadas.

A única “boa” notícia do ano, se é que podemos falar assim, é que dos 151 episódios de violência grave registrados nas primeiras 32 rodadas do Brasileirão – isso mesmo, cinco por rodada, muitos nem noticiados pela imprensa – tivemos um caso de morte de torcedor – em 2013 foram 30.

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É difícil o combate, mas é possível. Inteligência no acompanhamento das redes sociais, policiamento preventivo em locais reconhecidamente usados para a marcação de confrontos, repressão ao comércio ambulante e à venda de bebidas perto dos estádios, cadastro das torcidas e identificação no acesso aos estádios, de forma a impedir que os já punidos pela justiça possam voltar aos jogos. É caro, mas é mais barato que a repressão e os custos dos danos causados pela violência.

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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