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Covid-19 atinge 35.673 pessoas em Mato Grosso; óbitos somam 1.386

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Mato Grosso registrou, nessa segunda-feira (20), 35.673 casos confirmados de Covid-19. Nas informações atualizadas da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) também constam 1.386 óbitos pela doença no Estado. O número de novos casos é de 1.069 confirmações e 38 mortes notificadas nas últimas 24 horas. A taxa de ocupação nos leitos de UTI é de 91%.

Coronavírus

Os óbitos mais recentes aconteceram nos municípios de Campo Verde, Várzea Grande, Cuiabá, Lucas do Rio Verde, Jauru, Tangará da Serra, Colíder, Rondonópolis, Alta Floresta, Nova Ubiratã, Primavera do Leste, Sinop, Sorriso, Castanheira, Cáceres e Santo Antônio do Leverger. As 38 mortes adicionadas às estatísticas estaduais aconteceram nesta segunda (20) e no domingo (19).

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 290 internações em UTIs públicas e 395 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 91% para UTIs e em 58% para enfermarias.

Dos 35.673 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 16.560 estão em monitoramento e 17.727 estão recuperados.

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Dentre os 10 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (7.698), Várzea Grande (2.709), Rondonópolis (2.468), Lucas do Rio Verde (1.972), Tangará da Serra (1.562), Primavera do Leste (1.389), Sorriso (1.341), Sinop (1.179), Nova Mutum (953) e Pontes e Lacerda (780).

O documento ainda aponta que um total de 36.657 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam cerca 2.015 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios.

Atualização do sistema

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) informa que o Boletim Informativo traz a lista completa dos municípios e menciona os números que já foram inseridos no novo sistema de dados do Estado. Contudo, os municípios ainda realizam a atualização desses dados, fato que leva a uma diferença entre a somatória de casos por cidades e o número total anunciado na primeira página deste documento.

O planejamento é de que, nos próximos dias, os municípios atualizem as informações locais junto ao novo sistema, de forma a equiparar a soma de casos por cidades ao número geral. Essa é uma das etapas do processo de transição entre sistemas que registram casos da Covid-19 em Mato Grosso. A mudança é fundamental para as áreas técnicas dos âmbitos municipal, estadual e federal, que passarão a trabalhar com uma plataforma unificada, segura e mais estável.

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Cenário nacional

Nesta segunda-feira (20), o Governo Federal confirmou 2.118.646 casos da Covid-19 no Brasil e 80.120 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 79.488 óbitos e 2.098.389 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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