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Corrida De Cara Limpa consolida proposta de aproximação com 87% inscritos da comunidade

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Assessoria | PJC-MT

                                                                                         

Mais de 87% dos inscritos na 8ª edição da Corrida De Cara Limpa Contra as Drogas são cidadãos que não pertencem aos quadros de servidores da Polícia Judiciária Civil. O percentual consolida a proposta da corrida de rua, coordenada pelo programa social  da Polícia Judiciária Civil, De Cara Limpa Contra as Drogas, que busca a aproximação com a comunidade para prevenção ao uso de drogas junto a crianças, adolescentes e jovens, em fase escolar.

Na edição de 2018 foram inscritos 874 pessoas da comunidade ou outras instituições e 126 policiais civis (13 delegados, 34 escrivães e 79 investigadores).

A 8ª Corrida de Rua De Cara Limpa Contra as Drogas será realizada no dia 18 de novembro. A largada acontecerá às 7 horas, em frente ao Setor de Vistoria do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), em Cuiabá.

Como em anos anteriores, o percurso permanece de 5 quilômetros como explica a gerente do programa, Laura Lea Correa da Costa. “A Corrida não busca desafiar os limites do corpo e sim despertar para consciência de que é preciso fazer algo para tirar nossos adolescentes e jovens do mundo das drogas, incentivando-os à prática de esporte e trabalho, para que não seja cooptados ao crime”.

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Neste ano, para custear a realização da corrida, foi necessário estabelecer uma taxa de R$ 25, 00, ao invés do quilo de alimento não perecível. As inscrições foram abertas no dia 1 de outubro e na mesma semana completou o total de mil inscritos.

Todos os competidores receberão kit (camiseta, numero de peito e chip) e após a prova  ganharão medalhas. Os cinco primeiros colocados levam premio em dinheiro.

Na categoria policial civil / Feminino e Masculino: 1º lugar (600,00) – 2º lugar (400,00) – 3º lugar (250,00) – 4º lugar (150,00) – 5º lugar (100,00). Na categoria geral / Feminino e Masculino: 1º lugar (400,00) – 2º lugar (200,00) – 3º lugar (150,00) – 4º lugar (100,00) – 5º lugar (50,00).

corrida “De Cara Limpa” é uma das ações do programa De Cara Limpa Contra as Drogas, desenvolvida pela Coordenadoria de Polícia Comunitária da Polícia Judiciária Civil. O trabalho social busca sensibilizar e conscientizar a sociedade, de que a prevenção ao uso e a repressão ao tráfico de drogas, não é apenas dever da polícia, mas responsabilidade de todo cidadão que deseja um mundo de paz.

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Percurso

A competição terá percurso de aproximadamente 5 km com largada às 7 horas para as mulheres e as 7h10 para os homens. A saída será em frente ao barracão de vistoria de veículos do Detran, seguindo pelas ruas internas do Detran em direção ao trevo da Avenida Paiaguas, fazendo contorno no trevo da Av. Paiaguas com Avenida André Maggi, em direção à Assembleia Legislativa, seguindo até o Tribunal Regional do Trabalho na Avenida Desembargador Milton Figueiredo, contornando antes de chegar na Avenida do CPA e retornando pela Avenida Desembargador Milton Figueiredo em direção a Avenida Hermínia Torquato da Silva e retornando na Avenida Hélio Ribeiro sentido Detran.

 

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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